Em 2024 registaram-se 3.158 casos de fugas de dados nos Estados Unidos. Apesar da ligeira diminuição em comparação com 2023, o número de potenciais vítimas disparou, indica um novo relatório do Identity Theft Resource Center (ITRC).
Os investigadores da ESET descobriram um grupo APT até agora desconhecido que tem ligações à China e está envolvido em várias operações de ciberespionagem. Num dos casos mais recentes, o grupo atacou um popular serviço sul-coreano de VPN.
Provavelmente não. A pergunta é o ponto de partida de um alerta deixado pelo European Data Protection Board no Dia Europeu de proteção de dados para a partilha de informação pessoal.
Os desafios da Diretiva Europeia de redes e sistemas de informação (NIS2) e o papel da inteligência artificial na cibersegurança são abordados por Alberto Lopez neste artigo de opinião.
A mudança de paradigma na forma como protegemos a informação pessoal já começou e Samuel Cruz destaca a forma como as palavras passe tradicionais estão a dar lugar a métodos mais modernos e seguros.
No centro da iniciativa entre a Capgemini e o Instituto de Telecomunicações está o QuLab, um laboratório dedicado à investigação de tecnologias óticas clássicas e quânticas, incluindo a geração e caraterização de estados quânticos.
As instituições que priorizam e investem de maneira significativa na proteção de dados, além de cumprirem com as suas obrigações legais, estão também a construir uma base sólida para relacionamentos duradouros e de confiança com os seus clientes, defende Paulo Cunha.
Além de destruírem vidas e comunidades, os recentes incêndios em Los Angeles estão a ser explorados por cibercriminosos, através de esquemas fraudulentos que aproveitam a solidariedade das pessoas em momentos de fragilidade emocional.
Os dispositivos inteligentes prometem facilitar a vida, mas também trazem um preço elevado: a privacidade. Invisíveis, recolhem dados pessoais, expondo quem os usa a riscos consideráveis. Até onde a tecnologia está a entrar nas nossas casas?
O plano de ação apresentado lança o processo para melhorar a cibersegurança no sector dos cuidados de saúde, com ações específicas a serem executadas progressivamente em 2025 e 2026.
Numa operação que contou com a ajuda das autoridades francesas, os Estados Unidos conseguiram eliminar o PlugX de milhares de dispositivos. Este malware é normalmente usado para ciberespionagem por hackers associados ao governo chinês.
Uma investigação da Check Point descobriu uma nova versão do Banshee macOS stealer, um malware ainda mais ameaçador que pode expor dados sensíveis de utilizadores do sistema operativo da Apple.
Investigadores de cibersegurança descobrem ataque à Chrome Web Store durante a época natalícia, afetando pelo menos 33 extensões e comprometendo cerca de 2,6 milhões de equipamentos.
Há uma necessidade urgente de as empresas se prepararem para as novas ciberameaças potenciadas pela IA, com quase nove em cada dez inquiridos num estudo a preverem um aumento significativo dos ataques com recurso à inteligência artificial nos próximos dois anos.
Com a crescente digitalização das atividades diárias, as ferramentas de produtividade tornam-se alvos apetecíveis para os cibercriminosos. É o caso do Google Calendar, “protagonista” numa campanha de phishing recente.
A Check Point fez um balanço do ano sobre a cibersegurança em 2024, indicando que os atacantes aumentaram o foco nos motores de busca, conseguindo explorar as vulnerabilidades mais rapidamente nunca, utilizando inteligência artificial e ferramentas de ransomware as a service.
Rui Martins analisa a manipulação das eleições na Roménia que recorreu ao TikTok e quase levou à eleição de um presidente e aborda os riscos e desafios para a democracia.
É imperativo que se implementem auditorias de segurança externas e independentes para rever os protocolos de segurança em vigor e identificar vulnerabilidades, defende Rui Martins.
Estudo analisa as iniciativas e programas curriculares de cibersegurança e conclui que é preciso preparar os jovens nas escolas desde o ensino básico e secundário.
O alerta foi deixado pela Fortinet, que avança com as previsões de cibersegurança para o próximo ano e sobre as tendências na adoção de novas tecnologias, como a inteligência artificial, nos ciberataques.
O ex-ministro dos Negócios Estrangeiros Paulo Portas advertiu hoje que a "inovação não é burocracia" e que "a cibersegurança não é uma burocracia específica", defendendo que o novo regime jurídico deve ser percetível para todos.
Portugal destaca-se como o país mais afetado por ciberataques na Península Ibérica, num relatório da Check Point. A diretiva NIS2 será um pilar fundamental para enfrentar as ameaças mais sofisticadas que a Inteligência Artificial irá trazer.
A Volexity chamou a este novo tipo de ciberataque “Nearest Neighbor Attack”. A técnica foi utilizada pelo grupo russo GruesomeLarch para explorar redes Wi-Fi próximas para comprometer os seus alvos.