A Neuralink continua a avançar no desenvolvimento da sua interface cérebro-computador. Segundo Elon Musk, os planos da empresa passam por dar início à produção em grande escala já em 2026, com mudanças na forma como os seus implantes cerebrais são colocados.
Uma empresa russa afirma que consegue controlar pombos com chips no cérebro como se fossem drones tradicionais. As aves vão ser usadas para vigilância urbana, de infraestruturas e operações de busca, sem precisarem de treino.
Um novo sistema de implantes cerebrais, desenvolvido por investigadores do MIT, poderá ajudar no tratamento de doenças neurológicas graves, eliminando os riscos e custos associados às cirurgias.
Em 2005, Audrey Crews perdeu a capacidade de mover os membros devido a um acidente de viação. Hoje, graças a um implante da Neuralink, consegue controlar o computador com a mente e já escreveu o seu nome pela primeira vez em 20 anos.
A Neuralink fechou uma nova ronda de financiamento, captando um total de 650 milhões de dólares. Segundo a empresa de Elon Musk, o financiamento vai ajudar a acelerar o desenvolvimento da tecnologia de implantes cerebrais, mas também a expandir o acesso a mais pacientes.
Em novembro do ano passado, o norte-americano Bradford G. Smith tornou-se na terceira pessoa a receber um implante da Neuralink. Mas esta não é a única tecnologia desenvolvida por uma empresa de Elon Musk que o homem de 36 anos usa para comunicar com o mundo.
Rodney Gorham tem esclerose lateral amiotrófica e foi uma das primeiras pessoas a usar a tecnologia de implantes cerebrais da Synchron. Hoje, com a evolução da interface cérebro-computador, com tecnologias da Nvidia e Apple, ganhou novas formas de controlar equipamentos à sua volta com a mente.
Com os testes, a Neuralink pretende analisar o impacto do seu implante em pacientes com tetraplegia, permitindo-lhes controlar dispositivos só com o pensamento. Além da autonomia física, o processo também oferece novas possibilidades de interação homem-máquina.
Os problemas observados no primeiro paciente da Neuralink não se repetiram no segundo: Alex começou quase imediatamente a controlar um cursor com a mente e, entretanto, consegue usar software CAD para criar objetos 3D e joga Counter-Strike com mais eficácia e rapidez.