Entre o potencial que as novas tecnologias abrem no ensino e a necessidade de responsabilização e ética, José João Mendes diz que a Inteligência Artificial marca o início de uma nova era.
A entrada de profissionais juniores nas empresas tecnológicas está a ser redefinida e dificilmente seguirá o mesmo percurso das gerações anteriores, avisa Marco Oliveira, que defende que atrair e reter talento tecnológico em 2026 exige menos euforia e mais liderança consciente.
De acordo com os criadores, o Sprout foi desenvolvido para dar resposta aos desafios no campo dos robots humanoides, apostando num design mais amigável e seguro.
Desde a patente do primeiro automóvel em 1886 até aos sistemas de segurança que revolucionaram a indústria, a Mercedes-Benz moldou a história da mobilidade com inovações que se tornaram essenciais em todos os veículos modernos.
O mercado mobile já não cresce em downloads, mas continua a bater recordes em receita. Em 2025, a monetização ganhou protagonismo, as apps ultrapassaram os jogos numa mudança histórica e a inteligência artificial passou a definir o ritmo da indústria.
A propósito do Dia Mundial da educação, Rui Duro destaca a importância da exposição precoce a conceitos de cibersegurança, que funciona como uma verdadeira infraestrutura de segurança.
O manifesto de um grupo de professores portugueses contra o uso de Inteligência Artificial no ensino continua a gerar polémica. Um estudo da OCDE mostra como a tecnologia está a ser usada, as vantagens e desvantagens,
O EMO é um robot com um rosto flexível, incluindo olhos e lábios que movem, e está equipado com 26 motores faciais que o ajudam a controlar as expressões faciais de maneira autónoma. Mesmo sem compreender o que está a dizer, é capaz de mover os lábios em sintonia com os sons que ouve.
A inteligência artificial na região EMEA está a entrar numa nova era definida não pela experimentação, mas pela execução. Em toda a região, a conversa está a mudar de “como construímos IA?” para “como a potenciamos, governamos e escalamos de forma responsável?”, defende Simone Larsson
Desde o início a deep tech portuguesa Didimo apostou no mercado dos videojogos como “terreno fértil” para a criação de humanos digitais, onde tem vindo a crescer. Verónica Orvalho adianta que agora quer replicar o modelo em outras áreas, como treino e simulação.
Num cenário em que a informação e a inteligência se tornarão instantâneas e abundantes, o valor humano passará pela capacidade de tomar decisões em contextos ambíguos, de consensualizar valores e prioridades, defende Miguel Oliveira.
Num sector marcado por narrativas otimistas e escassez de talento, o evento “Beyond the Hype”, promovido pela Qibit, propõe uma leitura baseada em dados sobre o verdadeiro estado das Tecnologias da Informação em Portugal, cruzando evidência, estratégia e experiência empresarial.
Para Filipa Pinheiro Baptista, a digitalização na saúde traz vantagens de acesso e cuidados sem fronteiras, valorização de talento e sustentabilidade, e o futuro será feito de pontes, entre pessoas, instituições e tecnologia. Na sua visão, Portugal tem todas as condições para liderar esta transforma
Há anos que falamos em transformação digital, mas a verdade é que muitos ainda estão a digitalizar documentos, enquanto o mundo já começou a dar inteligência ao passado. E é isso que muda tudo, destaca Paulo Veiga.
Francisco Marques defende que Portugal tem hoje uma oportunidade histórica e que se abre uma nova etapa em que deixa de ser apenas um consumidor de tecnologia estrangeira, e se assume como produtor de conhecimento, inovação e soluções globais.
A propósito do BEN, o primeiro automóvel elétrico do CEiiA, Francisco Jaime Quesado destaca o exemplo da aposta na agenda de mobilidade inteligente para as cidades.
Para David Ferreira, o Logical Data Management emerge como uma resposta estruturante aos desafios da era digital, ao combinar virtualização, governação de dados e orientação a produtos numa abordagem unificada.
Com a entrada em 2026, um novo relatório, baseado em dados da Teamlyzer e numa análise às tendências globais, alinha um conjunto de previsões para o mercado de IT em Portugal ao longo dos próximos 12 meses.
O low-code não é apenas uma tendência passageira, mas sim uma peça estratégica que promove a colaboração entre as equipas técnicas e de negócio e acelera a entrega de valor ao cliente, defende Miguel Fonseca.
O mercado norte americano é um dos destinos preferenciais das startups portuguesas, mas nem sempre a abordagem é a mais correta, defende Miguel Aguiar. A Startup Portugal tem em marcha um programa de apoio e esteve na CES 2026 a avaliar a possibilidade de parcerias com a organização.
A 16ª edição da conferência UXLx: User Experience Lisbon já tem data marcada para os dias 12 a 15 de Maio e conjuga debate e momentos de formação prática intensiva.
A edição de 2026 da CES já terminou e a organização conta mais de 148 mil visitantes e a apresentação de muitos gadgets e soluções de IA, mas onde se inclui muita "traquitana" e "bugigangas" com pouca utilidade visível. A data para o próximo ano já está marcada.