O low-code não é apenas uma tendência passageira, mas sim uma peça estratégica que promove a colaboração entre as equipas técnicas e de negócio e acelera a entrega de valor ao cliente, defende Miguel Fonseca.
O mercado norte americano é um dos destinos preferenciais das startups portuguesas, mas nem sempre a abordagem é a mais correta, defende Miguel Aguiar. A Startup Portugal tem em marcha um programa de apoio e esteve na CES 2026 a avaliar a possibilidade de parcerias com a organização.
A 16ª edição da conferência UXLx: User Experience Lisbon já tem data marcada para os dias 12 a 15 de Maio e conjuga debate e momentos de formação prática intensiva.
A edição de 2026 da CES já terminou e a organização conta mais de 148 mil visitantes e a apresentação de muitos gadgets e soluções de IA, mas onde se inclui muita "traquitana" e "bugigangas" com pouca utilidade visível. A data para o próximo ano já está marcada.
Já estão abertas as candidaturas para projetos que tenham em vista a criação de redes para a promoção das raparigas e mulheres nas áreas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Matemática) e TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação).
A CES marca o início do ano para muitas empresas de tecnologia, mas a presença portuguesa continua a ser muito reduzida numa feira que conta com mais de 4 mil expositores. Com modelos diferentes, a Bandora, Appning, Ynvisible e Defined.ai estão a conquistar o seu espaço.
Para Danilo Santos, a verdadeira força da inovação vive na complementaridade entre Inteligência Artificial e intuição, defendendo que, ao integrar a expertise humana no ciclo de construção da tecnologia, é possível criar soluções mais completas, úteis, verdadeiras e significativas.
O novo sistema SMART Play da LEGO vai começar por chegar a três novos conjuntos inspirados pelo universo de Star Wars, que vão disponíveis para pré-encomenda a partir do dia 9 de janeiro, chegando às lojas no início de março.
As tarifas e incerteza económica continuam a pressionar as empresas tecnológicas e Gary Shapiro, CEO da Consumer Technology Association admite que há decisões difíceis para 2026, mas que o sector mostra resiliência e capacidade de adaptação.
Este ano não há um tema único para a CES, mas a Inteligência Artificial vai estar por todo o lado, dos gadgets aos automóveis, passando pelos robots, as TVs, smartphones e computadores. Veja o que se pode esperar da feira que começa a 6 de janeiro em Las Vegas.
Pode-se dizer que depois de tantos lançamentos com novos formatos, 2025 foi o ano em que as fabricantes decidiram “partir o ecrã” e apostar em novos formatos, que deixaram de estar limitados pela imposição espacial dos ecrãs.
Os despedimentos são uma tendência cada vez mais comum para as grandes tecnológicas, como Amazon, Meta, Google e Microsoft, que, nos últimos três anos, despediram dezenas de milhares de funcionários.
Entre gadgets que ambicionam mudar a forma como vivemos e trabalhamos e propostas que ficaram aquém do esperado, a tecnologia continuou a surpreender em 2025: seja por bons ou maus motivos.
Questionar, validar e agir de forma assertiva continua a ter um papel determinante na decisão estratégica, afirma Gabriel Carvalhal, lembrando que dados precisarão sempre de ser 'refinados' e combinados com o pensamento estratégico e a sensibilidade humana.
A preocupação com a utilização de dados pessoais e das contas das redes sociais para treino da IA foi recorrente ao longo do ano, e por isso mesmo as várias notícias sobre o tema estiveram entre as mais lidas no TEK. O apagão e o sismo de Lisboa, com as notificações que não chegaram ao Android, estã
A repetição do apagão elétrico que afetou Portugal e Espanha em abril é improvável, mas não impossível, e António Queirós explica que o desafio de execução rápida é implementar estas soluções antes que outra crise ocorra
2025 foi o ano dos agentes de IA, com promessas de transformação do trabalho e processos de decisão que mobilizaram a atenção e os anúncios das tecnológicas, mas ainda com uma adesão abaixo do esperado. Será 2026 o ano da concretização do potencial ou da revelação das ameaças?
Esta semana a rubrica Mercados justos do Sec XXI, desenvolvida em parceria com o o whatnext.law, aborda os "smart contracts" e as vantagens do blockchain, assim como os desafios à sua generalização.
Luís Ribeiro defende que o futuro do desenvolvimento de software será escrito por equipas híbridas: humanos que pensam, decidem e assumem responsabilidade; máquinas que sugerem e geram sem se cansar.
A adoção da Inteligência Artificial está a crescer nas empresas e a automação de tarefas deverá acelerar. Um novo relatório do McKinsey Global Institute indica quais as competências humanas que vão prevalecer, num mundo onde as pessoas, robots e agentes inteligentes têm de trabalhar em conjunto.
O desenvolvimento de competências digitais é um dos grandes desafios globais e em Portugal a Coligação para a Empregabilidade Digital está a trabalhar para chegar a mais pessoas. Em entrevista, Sandra Martins explica como se pretende construir novas pontes com organizações da sociedade civil e empre
A Inteligência Artificial promete uma defesa à velocidade da luz. Mas sem a supervisão humana certa, essa velocidade pode ser apenas a forma mais rápida de embater contra a parede, avisa Hugo Mestre.
Há quem goste do Natal muito animado e quem prefira passar esta época de forma mais calma, longe das pressões sociais. Preparámos um pacotinho de jogos para todos os gostos que podem ajudar a animar os próximos dias