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O smartphone já é o seu banco? Que serviços pode usar nas apps das fintechs e que vantagens oferecem?
A Revolut, a Klarna e a Nickel são três exemplos de uma nova geração de empresas de serviços financeiros que já chegaram a Portugal. Abrir uma conta e ter um cartão em poucos minutos, pagar compras em prestações, investir em criptomoedas ou até reservar hotéis são alguns dos serviços que têm para of -
Entre o balcão físico e o metaverso, para o BPI o futuro passa pela integração
Com o primeiro balcão da banca portuguesa no metaverso, o BPI vai antecipando o futuro mas coloca a prioridade da estratégia de banca digital no presente e na integração dos canais digitais e presenciais. -
Como o Novo Banco quer usar a inteligência artificial para mudar a forma de falar com os clientes
Os esforços de digitalização do Novo Banco têm estado concentrados na réplica da oferta presencial para os canais digitais, com jornadas de cliente adaptadas a esses meios. A tarefa está quase concluída e os próximos passos estão alinhados, para mudar a forma de “falar” com o cliente. -
É desta que os assistentes virtuais dos bancos deixam de ser irritantes? Tecnologia portuguesa pode ajudar
Interagir com um chatbot nem sempre é uma experiência agradável, mas a tecnologia tem sido aperfeiçoada e esta perceção tende a ser cada vez mais coisa do passado. Empresas portuguesas como a AgentifAI e a Visor.AI têm a sua quota parte de responsabilidade nessa mudança, com soluções que estão a aju -
Já falou com a “Caixa”? Assistente virtual já teve quase um milhão de conversas com clientes do banco
Quando usa os serviços da Caixa Geral de Depósitos pode não perceber logo que milhões de operações são hoje já totalmente automatizadas. Na app, a assistente virtual “Caixa” dá uma ajuda em várias operações e no contact center há um voicebot que em maio conseguiu resolver mais de metade dos contacto -
Bancos estão cada vez mais digitais mas clientes e tecnologia já estão prontos para nova (r)evolução
Nos últimos anos a banca investiu em força no digital, para satisfazer um cliente que já não quer ir a agências e que só usa apps, ou para passar para robots tarefas simples, mas caras e demoradas. A IA generativa pode agora dar gás a uma nova onda de transformação, mas há outras áreas onde os inves