Com a abertura de quatro escritórios no interior do país, a empresa portuguesa quer combater a tendência do êxodo populacional para o litoral, nomeadamente dos mais jovens e das empresas.

Esta decisão, segundo o CEO da Critical Software, Gonçalo Quadros, enquadra-se naquilo que distingue a tecnológica portuguesa. “A Critical vence em domínios de engenharia cheios de desafios fantásticos como o espacial, o da aeronáutica, ou o automóvel. E consegue-o precisamente graças à sua capacidade de chegar aos mais competentes, ambiciosos e sonhadores. É o que estamos a fazer, mais uma vez”, refere.

Feita em articulação com as entidades locais, autarquias e instituições de ensino superior, a abertura destes pólos no centro do país quer não só contrariar o despovoamento de um território cujas “características e potencialidades são essenciais para o crescimento saudável e sustentado da economia nacional”, como permitir a abertura de outros centros para “cobrir o país de forma uniforme”.

Para além da campanha de recrutamento para os novos centros, a Critical está também com várias vagas em aberto para o litoral do país e noutros pontos do planeta.

Com sede em Coimbra, onde foi criada em 1998, a Critical Software atua em sectores como o da aeronáutica, da defesa, da segurança interna, dos transportes, das telecomunicações, das finanças e da energia e, no total, emprega cerca de 500 pessoas, em que cerca de 400 são da área da engenharia.

Atualmente, tem escritórios em Lisboa e Porto e marca presença, através de subsidiárias, no Reino Unido, Alemanha, Estados Unidos da América, Brasil, Moçambique e em Angola.

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