O programa esteve em vigor entre 2007 e 2013 e trouxe um investimento de 55 mil milhões de euros, que apoiou um número record de projetos e participantes. Deu espaço para o nascimento de cinco iniciativas de parceria entre indústria e entidades de investigação, em áreas inovadoras como a medicina ou as células de combustível e nas próximas décadas terá um impacto muito relevante na economia.
Os dados constam de uma análise realizada por especialistas independentes, que começou a ser divulgada esta segunda-feira pela Comissão Europeia, onde se sublinha que a investigação europeia ganhou qualidade e a indústria ficou melhor preparada e com maior capacidade para inovar, graças aos projetos realizados com o apoio do programa.
Nos próximos 10 anos estima-se que surjam 130 mil novos empregos na área da investigação graças ao programa quadro e mais 160 mil nos 15 anos seguintes, defendem os especialistas. A 25 anos o investimento aplicado no 7ºPQ ajudará a desencadear um crescimento na ordem dos 20 mil milhões de euros ao ano na economia da região, um valor que cresce para os 500 mil milhões se também forem medidos os impactos indiretos.
A análise é da responsabilidade de especialistas independentes e esta semana será apresentada em detalhe. Os especialistas também alinharam um conjunto de recomendações para orientar a alocação de fundos do sucessor do 7ºPQ, que é o Horizon 2020. Os relatórios de avaliação do 7ºPQ podem ser consultados aqui.
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