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O concurso quer reunir as melhores ideias para criar um habitat sustentável na Terra e no Espaço, que integre os materiais e equipamentos para cobrir as necessidades básicas e que permita a construção de equipamentos com materiais "indígenos" se isso se revelar necessário.

A primeira fase da competição, que tem várias partes, decorre até 27 de setembro e diz respeito ao conceito estrutural da arquitetura, que deve tirar partido dom potencial da impressão 3D. As 30m melhores propostas vão ser avaliadas e podem aspirar a um prémio de 50 mil dólares a atribuir na World Maker Faire em Nova Iorque.

A segunda fase da competição vai estar dividida em duas fases, uma dedicada ao desenvolvimento das componentes para fabrico autónomo de instrumentos usando materiais locais e outra que leva o processo mais longe, na construção do próprio habitat com estes materiais. Cada uma terá acesso a um prémio de 1,1 milhões de dólares.

Para além da aplicabilidade em locais distantes, como Marte, a NASA acredita que estas tecnologias possam ser usadas também na Terra na construção de habitações sustentáveis em localizações onde o acesso a materiais é limitado.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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