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O tema já teve mais de futuro, antes do lançamento das primeiras ofertas LTE, mas não deixa de ser alvo de estudo pelo sector. O espectro e os modelos de disponibilização mais adequadas norteiam uma pesquisa publicada pela GSMA.
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Num estudo publicado no início de Janeiro pela GSM Association são analisadas um conjunto de condições críticas para o desenvolvimento de serviços móveis de próxima geração, num futuro pós-3G.
O foco do estudo a que hoje mostramos o acesso é a importância de licenciar a banda de 2,6 GHz, considerada banda de extensão do 3G, para assegurar o correcto desenvolvimento de um nova geração de serviços que na pesquisa se antecipam.
A pesquisa dá pistas sobre as bandas de espectro que melhor respondem às necessidades de uma quarta geração móvel, mas não só. Também antecipa conclusões relativamente às várias formas possíveis de disponibilizar esse espectro.
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