Atacar um servidor ou um computador e fazê-lo refém, encriptando todos os dados e pedindo um resgate para os libertar. Este é o modo de operação do ransomware, um tipo de malware que o WannaCry, o ExPetya e o NotPetya trouxe para as primeiras páginas das notícias, tornando estes ataques famosos pelos danos causados em grande empresas e organizações.

Há quatro anos várias entidades decidiram unir-se num combate a esta estratégia dos hackers e criaram o site No More Ransom, onde disponibilizaram informação e ferramentas para combater este tipo de ataques. Liderado pela Europol, a polícia holandesa e as empresas de segurança McAfee e Kaspersky Lab, o site conta com mais de 160 parceiros, suporta mais de 30 línguas e meia centena de ferramentas.

Quatro anos depois são mais de 4,2 milhões de visitantes e a estimativa é que tenham sido evitados pagamentos de 632 milhões em resgates pedidos pelos criminosos que estão por trás destes ataques. O site tem ferramentas que conseguem ultrapassar os bloqueios de 140 tipos diferentes de ransomware.

Nos últimos meses, e a par da pandemia do novo coronavírus, os ataques de ransomware estão a crescer de forma preocupante e os promotores do site avisam que ainda há muitos tipos de ransomware sem uma "vacina", por isso lembram que a prevenção é a melhor forma de combater este tipo de ameaças.

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