A intenção é que os dados disponibilizados sejam relevantes para a sociedade em geral, e para os doentes em particular, dada a sua qualidade e credibilidade, sublinham os promotores do EUPATI Portugal.
“As pessoas, em vez de fazerem pesquisas pouco diferenciadas na internet, poderão, ao saber da existência do site EUPATI e da informação que está associada, informar-se com mais confiança”, realçou Beatriz Lima, da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, uma das entidades parceiras do projecto, em declarações à Lusa.
A Universidade de Lisboa, a Universidade de Aveiro, o Infarmed e a Apifarma são algumas das entidades que se juntam à Faculdade de Farmácia na versão portuguesa desta “academia do paciente europeu”, que já marca presença em 19 países.
As plataformas nacionais do EUPATI juntam parceiros em saúde, entre pacientes, universidades e investigação e indústria farmacêutica, mas também recebem adesões de representantes das autoridades nacionais, decisores políticos, profissionais de saúde, jornalistas da área da saúde ou intervenientes na área.
O objetivo é disponibilizar ao público “conhecimento objetivo, credível, correto e atualizado acerca dos processos de investigação e desenvolvimento de medicamentos”, além de contribuir para “a literacia em investigação clínica”, e facilitar o envolvimento dos pacientes como parceiros, com a academia, autoridades, indústria e nas comissões de ética, informa-se a partir do EUPATI.
Enquanto a versão em português não chega, pode consultar o site internacional a partir deste link.
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