O aumento do sentimento de insegurança pode não ser proporcional ao número de assaltos a residências e escritórios, sofrendo de um efeito de ampliação pelo número de notícias que surgem relacionadas com estes casos, mas não há qualquer mal em tomar medidas de segurança reforçadas.

Em vez do tradicional "depois de casa roubada, trancas à porta", sugerimos que tome uma atitude mais proactiva e que comece já a pensar de que forma pode proteger a sua propriedade, ou vigiar um espaço que quer manter "debaixo de olho".

A vantagem é que hoje em dia é cada vez mais fácil e barato de fazer. Os sistemas de videovigilância estão a tornar-se cada vez mais simples, de usar e de configurar, e o impulso da mobilidade, com dispositivos com maior capacidade de processamento e ligações always on ajudam a sustentar o conceito.

Em vez de ter um cão de guarda, ou contratar um segurança pessoal, as fabricantes de equipamentos de videovigilância têm propostas que podem custar menos de 100 euros e que tiram partido de ativos que já existem em muitas casas: uma ligação Wi-Fi e Internet de banda larga, e dispositivos como computadores pessoais, tablets ou smartphones para fazer o controle adicional.

É o caso das câmaras de vídeo mydlink, da D-Link, que associadas a aplicações gratuitas para PC, telemóvel e tablet se propõem fazer a videovigilância da sua casa, ou de um pequeno escritório. Tudo ligado a um serviço de cloud que facilitam o acesso à informação a partir de qualquer lugar.

[caption]Nome imagem[/caption]As câmaras foram agora lançadas no mercado português e estão disponíveis em várias opções, desde a mais básica DCS-930 L que é compatível com Wi-Fi N, à DCS-932L, que tem sensor de infra vermelhos para gravar 24 horas por dia.

Os preços são de 99 e 129 euros, respetivamente, mas o topo de gama da linha mylink custa quase 200 euros, adicionando à visão noturna a gravação das imagens diretamente para um cartão microSD de 16 GB.

Os dispositivos podem ser colocados em qualquer lugar com cobertura da sua rede Wi-Fi, desde que próximos de uma tomada elétrica, e podem funcionar de forma discreta, sem demonstrarem qualquer aviso de gravação.

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Mas a parte mais interessante está nas possibilidades de configuração de alertas para deteção de movimento, que permitem enviar imagens por correio eletrónico para um endereço definido no portal mydlink.

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E também nas aplicações que podem ser instaladas de forma gratuita nos dispositivos Android e iOS (tablets ou smartphones) e que a qualquer momento permitem "espreitar" o que a câmara está a filmar, sendo possível controlar até quatro câmaras nestes equipamentos.

Como explicava recentemente o responsável da D-Link em Portugal, as aplicações são infinitas, e o limite é a imaginação. Desde vigiar os animais domésticos ou o sono das crianças à validação de entradas em casa, com alertas por email, cada um saberá qual o melhor destino a dar a estes equipamentos, mesmo tendo em conta a possível ameaça à privacidade dos "vigiados".

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Há outras opções no mercado, que o TeK já referenciou em montras anteriores, que devem ser comparadas antes de fazer a sua opção, mas a solução da D-Link está entre as mais fáceis de configurar.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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