Já se sabe que o preço é um dos indicadores mais relevantes na hora de comprar um smartphone. Mas independentemente do valor que têm para gastar, os consumidores tentam sempre levar o melhor negócio e o dispositivo com o qual mais se identificam.

Smartphones como o Motorola Moto G tornaram-se sucessos globais por causa disso mesmo: conseguem ter uma boa relação qualidade-preço.

E é também sob o sígnio da relação qualidade-preço que algumas marcas têm proliferado em Portugal, no mercado dos smartphones: BQ, Wiko, Asus ou mais recentemente a Alcatel OneTouch.

Smartphones financeiramente acessíveis e que têm algumas especificações de encher o olho. Se o resultado prático depois corresponde aos números no papel, isso é outra história e muda de caso para caso como se tem visto nas análises mais recentes.

Mas a verdade é que quando chega a hora de comprar um smartphone o que parece mais apelativo: um dispositivo com um chip de quatro núcleos ou um com oito núcleos? Longe começam a ficar os tempos em que ser um smartphone quad-core era sinónimo de estar à frente na vanguarda tecnológica. Os octa-core já chegaram ao mercado há vários meses, mas começam a tornar-se cada vez mais comuns.

O que é afinal um smartphone octa-core? É um telemóvel inteligente cujo processador tem oito núcleos, as unidades que lidam com o processamento das tarefas que o utilizador precisa de executar, seja navegação na Internet ou um jogo.

Muitos dos chips da atualidade trazem integrada uma unidade gráfica dedicada, mas na montra de hoje o que conta mesmo é a unidade de processamento.

Vale a pena salientar que existem duas tipologias de smartphones octa-core: os que têm um chip com dois grupos de quatro núcleos a funcionar a velocidades de processamento diferentes - 4+4 núcleos -, e os chamados verdadeiros octa-core, onde todos os núcleos executam à mesma velocidade de relógio.

Ficam aqui algumas sugestões de modelos octa-core que existem no mercado e de diferentes marcas.

Há a ter em consideração no entanto uma ideia importante: um processador octa-core pode não ter um desempenho superior ao de um processador octa-core “4+4”. E mesmo que as velocidades de relógio sejam superiores nuns modelos, a verdade é que os que têm velocidades inferiores podem conquistar melhores resultados nos testes de benchmark.

Isto porque para o processador funcionar no máximo das suas potencialidades, precisa de haver uma boa otimização entre hardware e software. A título de exemplo, por mais que no passado a Samsung apostasse em smartphones quad-core, o chip dual-core do iPhone acabava sempre por entregar uma melhor experiência de utilização.

Unidade gráfica, quantidade de RAM disponível, quantidade de armazenamento interno disponível e tipologia do software são outros elementos que contribuem de forma importante para o desempenho de um dispositivo móvel.

Os leitores podem contribuir ainda com outras sugestões de smartphones com processadores de oito núcleos. Basta deixar as "dicas" na caixa de comentários.

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