Para voltar à escola não são apenas necessários livros, canetas e cadernos. As ferramentas tecnológicas são cada vez mais indispensáveis para tirar partido dos recursos digitais e para apoiar a realização de trabalhos, pesquisas e consultas.



Aqui no TeK, preparámos este arranque de mais um ano escolar passando por várias lojas online e pelos sites das editoras, para perceber o que têm para oferecer. Fomos conhecer as melhores propostas para quem tem de investir em novo material, ou quer tirar o melhor partido do investimento feito nos livros que já comprou e que este ano passaram a estar completamente disponíveis em formato digital, para consultar no PC ou no tablet.



Nas páginas seguintes vai encontrar sugestões de tabletes, portáteis, desktops, impressoras ou eReaders. Também vai poder descobrir como tirar mais partido do investimento feito em livros escolares, agora que as principais editoras apostaram em força nos conteúdos digitais.




Se quiser abreviar caminho pode seguir estes links e ver diretamente propostas para:

Tablets a menos de 200€

Portáteis entre 450 e 700€

Mais alternativas: desktops, impressoras, eReaders, discos…

Alternativas para quem prefere estudar online

Tablets a menos de 200€


A qualidade dos materiais, o processador e o suporte para ligação à rede móvel estão entre as características que mais podem variar na oferta de tablets à venda no mercado, influenciando o preço do produto. Mas, tal como aconteceu nos telemóveis, esta é uma categoria de produto onde a concorrência tem acelerado o desenvolvimento do mercado e pressionado os preços.



Um estudo revelado há dias, indica que as famílias vão gastar 509€ com o regresso às aulas. O aumento de 2,6% no preço dos livros escolares tem impacto nestas contas, embora o valor apurado no estudo Observador Cetelem aponte para uma descida no valor médio despendido nesta área, face ao ano passado.



Se aos livros e outro material escolar juntar equipamento informático, a fatura dispara mas é cada vez mais possível suprir necessidades sem gastar os valores proibitivos dos produtos topo de gama sem ficar mal servido.



Nos próximos dias vão passar pelo TeK sugestões em várias áreas da informática, para o guiar na missão de renovar ou dotar os estudantes da família para um regresso às aulas com todos os ingredientes para um ano letivo de sucesso. Começamos pelos tablets. Fomos às compras com uma limitação: só temos 200€ na carteira.



Começamos com uma proposta da bq. A fabricante espanhola tem-se posicionado na chamada gama de "baixo custo" com um sucesso assinalável, que decorre de uma forte aposta na performance e robustez dos modelos, tanto nos smartphones como nos tablets, conquistando um espaço importante no mercado.



A proposta que aqui resumimos é uma terceira versão de um modelo de sucesso no portfólio da marca espanhola, agora com novas características e maior capacidade de processamento. Destacamos o Edison 3, um quad core com processador até 1,3 GHz, câmara de 5 megapixéis na traseira e 2 megapixéis na frente, RAM de 2 GB e memória de 32 GB, que podem ser duplicados via cartão microSD.





Com ecrã IPS de 10,1 polegadas, é um modelo de dimensões generosas (256x174,7x9,7 milímetros) para quem precisa de um tablet com um bom ecrã e uma resolução de imagem simpática, que neste caso é de 1280x800 pixéis. Pesa 618 gramas.



A limitação do modelo pode estar na conectividade (Wi-Fi e Bluetooth), que deixa o 3G/4G de fora. Se esta ligação for importante pode optar por modelos como o Elcano 2 ou o Curie 2 que, pelo mesmo preço ou a preço inferior, respetivamente, disponibilizam essa opção que inflaciona sempre o preço dos dispositivos. O Edison 3 está à venda por 199,90€ em várias lojas e corre a versão 4.4 do Android.

No mesmo patamar de preço deixamos uma proposta interessante da Asus, à medida de quem procura um equipamento um pouco mais pequeno, no ecrã e consequentemente no resto das dimensões.


Este MemoPad (ME 176C) conta com um ecrã IPS de 7 polegadas, que fornece a interface para uma máquina com processador Intel Atom de quatro núcleos até 1,86 GHz, com 8 ou 16 GB de memória (a que se juntam outros 5 na Asus Webstorage) e 1 GB de RAM.


Partilha com o modelo da bq algumas características como a câmara de 5 megapixéis na traseira e de 2 megapixéis na frente, a versão 4.4 do Android e a conectividade Wi-Fi e Bluetooth.


Está à venda em preto, branco, vermelho, azul, amarelo e na versão de 16 GB custa 169,00€ (loja online da Asus), pesando umas interessantes 295 gramas.




Voltando aos dispositivos com ecrãs de 10,1 polegadas, destacamos uma proposta da Acer que pode levar para casa pelos mesmos 199€ que tabelam quase todas as outras propostas com características idênticas.


O Iconia A3-A 100 pesa 600 gramas onde cabem uma RAM de 1 GB, uma memória de 16 GB e uma câmara traseira de 5 megapixéis. Cabem ainda um processador Mediatek de quatro núcleos a 1,2 GHz e suporte para Wi-Fi, Bluetooth e GPS. O ecrã deste modelo Iconia conta com painel IPS e oferece uma resolução de 1280x800 pixéis. O Android é a plataforma de software integrada, aqui ainda na versão 4.2.

[caption]Nome da imagem[/caption]

[caption]Galaxy tab 3[/caption]

Fechamos o leque de propostas equipadas com Android, com um modelo da Samsung, a fabricante com um dos mais vastos portfólios de tablets.

Nas propostas da empresa vai encontrar opções para todos os gostos e preços. Escolhemos uma à medida do orçamento e porque integra a promoção de um retalhista, neste caso a Fnac, junta ao tablet uma bolsa e um cartão de memória de 16 GB.


O Galaxy Tab 3 de 8 polegadas integrado neste pack conta com um ecrã LCD de 1280x800 pixéis, seguindo a opção dos restantes modelos, e usa um processador desenvolvido pela própria Samsung, o Exynos de dois núcleos a 1,5 GHz.

Oferece uma memória de 16 GB, uma RAM de 1,5 GB e corre a versão 4.2 do Android. Pesa 314 gramas e garante uma autonomia até 11 horas e uma câmara de 5 megapixéis.

Tablets: uma alternativa com Windows

Embora a plataforma Android domine a oferta de tablets disponíveis no mercado, pode também contar com as propostas da Apple, que aqui não detalhamos por ficarem acima do patamar de preço que nos propusemos respeitar e com modelos equipados com Windows.

Em nome próprio, a Microsoft está no mercado com o tablet Surface, também ele com um preço acima do orçamento de hoje. Através de parceiros é possível encontrar opções mais em conta, como este Encore 2 da Toshiba.


O modelo está à venda a partir de 199,00€ e integra um processador Intel Atom de quatro núcleos a 1,33 GHz, com uma RAM de 1 GB e 32 GB de espaço para armazenamento. Tem um ecrã de 8 polegadas com uma resolução de 1280x800 pixéis e corre o Windows 8.1. A câmara na traseira é 5 megapixéis e na frente de 1,2 megapixéis. Pesa 385 gramas.
No que se refere à conectividade combina os habituais Wi-Fi, Bluetooth e GPS.




Acabamos a viagem por aqui, com a nota de que outras marcas asseguram ofertas na mesma gama de preços que hoje destacámos, como a Lenovo, a HP ou a LG, entre outras. Se tem conhecimento de causa com equipamentos destas ou de outras marcas partilhe a experiência na caixa de comentários.

Portáteis em conta para "estudar" melhor

Há propósitos que continuam a justificar o investimento num computador e as tarefas escolares são normalmente um deles. A escolha do "dispositivo" informático dependerá sempre do propósito com que vai ser usado e no que às tarefas escolares diz respeito, o "computador" é capaz de continuar a justificar o investimento.

Hoje em dia a diversidade é muita, com opções à medida de todas as carteiras. Desta vez decidimos olhar apenas às propostas "portáteis" e estabelecer um intervalo de valores entre os 450 e os 700 euros.

Começamos pelo limite mais baixo.

Em troca de 449 euros neste momento pode comprar um HP 17-F050NP. Com um ecrã de 17,3 polegadas, o modelo oferece processador AMD E1-6010 Dual Core a 1.3Ghz, RAM de 4 GB, disco rígido de 500GB e placa gráfica AMD Radeon R2.

Por 489 euros pode ponderar um ASUS X552LDV-SX949H. Aqui o ecrã é de 15,6 polegadas, o processador um Intel i3-4010U, RAM de 4GB e a capacidade de armazenamento passa para 1TB. Conte com placa gráfica nVidia GT820M.

Mesmo no limite para os 500 euros tem o Toshiba L50D-B-13X, comum ecrã também de 15,6 polegadas, como o Asus anterior, mas com processador AMD A4-6210 Quad-Core, a 1.8GHz. A RAM é de 4GB e o disco rígido de 500GB. A placa gráfica é uma AMD RadeonR5 M230 com 2GB dedicados.



Aumenta o preço, aumentam normalmente as capacidades oferecidas em termos de processador, memória e disco rígido. No limite dos 600 euros temos por isso modelos como o E5-571G-57D9 da Acer, com processador Intel Core i5-4210, 6GB de RAM e 500GB de capacidade de armazenamento. O ecrã leva 15,6 polegadas e a placa gráfica é uma NVIDIA GeForce 840M. O sistema operativo é o Windows 8.1

Igualmente com WIndows 8.1 e pelos mesmos 599 euros pode comprar o X552LDV-SX1004H da Asus. O ecrã tem igual dimensão ao modelo da Acer (15,6 polegadas), assim como RAM (6GB), mas a capacidade do disco rígido passa para 1TB.

O processador é um Intel i5-4210U a 1.7GHz e a placa gráfica é a nVidia GT820M com 1GB dedicados VRAM.



A lógica preço/capacidades oferecidas mantém-se e se tiver 700 euros disponíveis para gastar pode optar pelo ASUS X552LDV-SX752H. Nesse caso teria direito a um portátil com um ecrã de 15,6 polegadas, processador Intel i7-4510U, 8GB de RAM, 1TB de armazenamento e placa gráfica nVidia GT820M.



Se preferir marcas como a Toshiba, pelo mesmo valor tem o L50-B-1JT BR.Se preferir marcas como a Toshiba, pelo mesmo valor é possível comprar o L50-B-1JT BR, com ecrã de 15,6 polegadas, processador Intel Core i5-4210U, 6GB de RAM e 500GB de disco rígido. A placa gráfica é AMD Radeon R9 M260 com 2GB dedicados.



Tem igualmente um modelo equivalente por parte da HP, o 15-P002NP, também com ecrã de 15,6 polegadas, mas com processador i7-4510U. Aqui a RAM é de 4GB, a capacidade de armazenamento de 500GB e a placa gráfica GT840 M com 2GB dedicados.

Mais alternativas: desktops, impressoras, eReaders, discos…



Nas próximas páginas os leitores podem encontrar mais algumas sugestões, desde acessórios para tablets, a leitores dedicados de livros digitais, a instrumentos de armazenamento de trabalhos e outros materiais informáticos.



Para já fica aqui uma primeira sugestão: um computador desktop para os que ainda não precisam da mobilidade de um portátil ou para os que já têm um tablet como complemento.



Por 329 euros os utilizadores podem levar para casa um desktop “essencial” da Compaq, o modelo 100-310NP: processador AMD E1 de dois núcleos a 1,4Ghz, placa gráfica AMD Radeon HD 8240, 4GB de RAM, 500GB de armazenamento interno, e tudo num formato compacto. A torre traz ainda várias entradas multimédia como seis portas USB 2.0 e saída de áudio 5.1.

Para os que procuram um pouco mais de potência e um formato mais moderno o Acer AZ3-605 pode ser uma alternativa. Este computador está incluído na categoria dos All-in-One e tem a vantagem de já “incluir” um ecrã de origem.



No caso deste computador o ecrã é LED de 23 polegadas com resolução Full HD, o processador é um Intel Core i3, há ainda 4GB de memória RAM e 1Terabyte de armazenamento interno. Já a placa gráfica é a Nvidia HD8670.



Duas portas USB 2.0, outras duas portas USB 3.0 e Bluetooth na versão 4.0 são outras características deste computador que pode assumir pequenas variações nas configurações dependendo do retalhista no qual está à venda.



O preço deverá rondar os 700 euros.

Outro equipamento que continua a ser indispensável mesmo em plena era digital são as impressoras ou multifunções. Porque por vezes não há nada como ter a matéria toda impressa em papel ou porque ainda existem muitos professores que só aceitam a entrega de trabalhos em formato físico.



Neste campo a Epson Expression Home XP-205 Wi-Fi parece ser uma boa proposta. Por um valor que pode variar entre os 50 e os 65 euros os utilizadores levam uma impressora e um scanner num design compacto e sem fios – tudo pode funcionar através de Wi-Fi.



Consegue imprimir até 30 páginas por minuto em modelo monocromático e consegue uma resolução de 2.400x1.200 ppi na digitalização. Suporta os formatos de papel mais comuns e suporta alguns dos protocolos de impressão das grandes empresas, como o Apple AirPrint ou o Google Cloud Print.

[caption]Multifunções Epson[/caption]

Mas se é um amigo da Natureza e a impressão está fora dos seus planos, equacione investir num leitor de livros digitais. A educação e o ensino não passam só por ler o que os professores recomendam e os livros eletrónicos estão cada vez mais na moda.

Os tablets também servem o propósito de leitor de livros e revistas, mas o ereader é um equipamento mais dedicado à leitura.

A espanhola bq, por exemplo, tem à venda o leitor Cervantes. O ecrã de seis polegadas sensível ao toque, a resolução de 221ppi, os 16 níveis de cinzento e os 4GB de armazenamento vão permitir ter uma experiência de leitura “moderna” satisfatória.

Um outro elemento de destaque deste ereader é a tecnologia Front Light que ajuda a diminuir o cansaço dos olhos quando existe pouca luz ambiente.

Este é um equipamento que precisa de um investimento de 119 euros. Mas pense: conseguirá ter neste leitor mais livros do que aqueles que provavelmente vai conseguir ler nos próximos anos - se quiser pode encontrar livros gratuitos no Freebook Sifter.

Para os que consideram que os tablets não são bons companheiros para o regresso às aulas, a Logitech tem algumas propostas que talvez ajudem na mudança de ideias.

O teclado da empresa para tablets Android e Windows promete aumentar consideravelmente a produtividade dos dispositivos móveis. A ligação com os equipamentos é feita através de ligação Bluetooth.

O teclado vem acompanhado de um pequeno suporte que ajuda a colocar os tablets na posição ideal de escrita de documentos. As teclas são semelhantes às de muitos teclados tradicionais e o preço ronda os 60 euros.

Mas este é que pode ser o equipamento “final” para o regresso às aulas: uma Pen USB. Dá sempre jeito ter um periférico de armazenamento por perto e ainda que também seja recomendável a compra de um disco de armazenamento, a Pen está sempre à mão e até pode ser “amarrada” às chaves de casa.

Uma das opções é o periférico Store'N'Go V3 da Verbatim. Com 32GB de armazenamento e compatibilidade com portas USB 3.0 estão garantidas velocidades de transferência superiores. O equipamento permite ainda definir uma password de proteção de dados, uma solução que pode revelar-se muito útil.

O preço ronda os 25 euros.

[caption]Verbatim[/caption]

Os leitores ficam agora convidados a sugerirem outros equipamentos que podem ser uma mais valia no regresso às aulas.

Alternativas para quem prefere estudar online


Os conteúdos e as plataformas que podem dar uma ajuda ao estudo, dispensando o recurso aos livros em papel, pelo menos em algumas ocasiões, são uma realidade cada vez mais a considerar.



A oferta a este nível no mercado português ainda não é muito diversa, até porque há dois grandes grupos a controlarem um número significativo de editoras, mas apresenta algumas novidades face ao ano letivo anterior.



A Porto Editora foi pioneira na criação de uma plataforma online e mantém uma aposta forte nesta área, centrada na Escola Virtual, que pode ser adotada pelas escolas interessadas em abraçar novas metodologias de ensino e em tirar partido das ferramentas tecnológicas, mas também pode ser subscrita pelos alunos de forma unilateral.



[caption]Nome da imagem[/caption]

Para cada disciplina estão disponíveis aulas interativas, que integram animações, simulações e vídeos, a que se juntam testes e exercícios que o utilizador pode definir consoante o tema e o tempo de prova que quer realizar.



Entre o 1º e o 3º ciclo, os preços por ano de escolaridade variam entre os 37,49€ e os 59,99€. Para alunos do secundário a oferta organiza-se em três grupos, consoante a área seguida, e os preços oscilam entre os 18,47€ e os 37,49€.

A Porto Editora tem parceria com vários sites, que também dão acesso a conteúdos da Escola Virtual e essa pode ser uma boa forma de experimentar um pouco a oferta antes de tomar a decisão. O SAPO Kids e o Sítio dos Miúdos são dois exemplos de moradas com conteúdo da Escola Virtual (exercícios por exemplo) para explorar de forma aberta.



A concorrente Leya está presente nesta área dos conteúdos escolares em formato digital através da plataforma 20, que cobre várias vertentes. É uma solução para os professores e escolas, na mesma linha da Escola Virtual, mas também permite que os alunos tirem partido dos conteúdos digitais por iniciativa própria e sem que a escola siga o mesmo caminho.


[caption]Nome da imagem[/caption]

O 20 Aula Digital é uma das vertentes à disposição dos alunos, que está disponível para quem comprou o CD que acompanha os livros das editoras do grupo (ASA, Sebenta, Texto ou Gailivro). Esta opção leva os conteúdos dos livros para o computador e acrescenta-lhes um conjunto de ferramentas interativas para explorar os conteúdos disponíveis de forma mais diversa ou um sistema de correção automática de exercícios, que ajuda os alunos a identificarem mais rapidamente as áreas onde ainda têm de reforçar o estudo.



O grupo conta ainda com um serviço online de explicações, associado à mesma plataforma, e que batizou de 20 Explica. A matemática é a grande aposta desta oferta, que pode ser adquirida na loja online da Leya com preços a partir dos 55€.


Livros escolares no tablet


Porto Editora e Leya juntam este ano à oferta de conteúdos online a possibilidade de descarregar versões digitais dos livros escolares para o tablet. Na Leya, as aplicações para iOS e Android já estão disponíveis e incluem todo o projeto escolar, ou seja: manual interativo, cadernos de atividades, um banco de recursos digitais e um caderno de anotações integrado. "Contém também um conjunto de ferramentas que permitem escrever, sublinhar, fazer anotações, “recortar” partes do conteúdo, ou marcar as páginas mais importantes", explica a empresa. Até ao início do ano letivo estará também disponível uma versão da aplicação para Windows Phone. Em qualquer uma das plataformas a app funciona online e offline.

A Porto Editora vai oferecer a mesma possibilidade, que já se anuncia no site da empresa, mas que ainda não está operacional. Neste caso, no entanto, são apenas prometidas apps para iOS e Android.



Fora da esfera das editoras, vale ainda a pena referir projetos como o Já Passei onde estão alojados materiais de estudo do 5º ao 12º ano, organizados por ano letivo ou por disciplinas. Os preços para uma e outra opção variam entre os 10 e os 30€ por ano.



Resumos, exercícios, quizzes e exames nacionais ou provas de aferição são alguns dos conteúdos disponíveis no site que, segundo os promotores, conta já com a colaboração de mais de três dezenas de professores.

[caption]Já Passei[/caption]

Uma nota ainda para o Class Notes, que já foi sebas.pt, e que adotou agora um posicionamento mais virado para o mercado internacional e um conceito que também sofre algumas alterações.



A plataforma dá a quem a usa a possibilidade partilhar gratuitamente ou vender os seus apontamentos e assenta num sistema de avaliações que pretende assegurar a qualidade dos conteúdos disponíveis. O site está em inglês mas os apontamentos que por lá irá encontrar estão sobretudo em português e cobrem várias áreas.



Outra opção interessante para quem procura material de apoio ao estudo é o Resumos.net, um repositório de apontamentos que cobre o ensino básico, secundário e superior.

[caption]Nome da imagem[/caption]

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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