Greg Blatt, CEO da Match, que é a empresa-mãe do Tinder, afirmou recentemente que a app vai ficar menos aborrecida. Na calha, diz, está uma funcionalidade que vai "diminuir o fosso entre o mundo digital e o mundo real do namoro". As declarações foram feitas no seguimento da publicação do relatório de contas da Match, que detém ainda as plataformas de dating OkCupid e PlentyofFish. Os números evidenciam uma receita de 343 milhões de dólares no terceiro trimestre do ano, mais 19% do que no período homólogo de 2016.
Blatt adiantou que os números da empresa se devem, em grande parte, ao sucesso do Tinder Gold, e revelou que a aplicação vai ganhar novas funcionalidades nas próximas semanas, com sistemas de geolocalização e inteligência artificial a servir de base.
"Até agora o Tinder tem sido uma máquina de swipes", disse Blatt. "É eficaz e simples, mas, em última análise, limitado". A ideia do CEO para mudar este cenário passa por introduzir um conjunto de experiências interativas pós-match, de forma a envolver os dois contactos em atividades mais dinâmicas.
Apesar de não ter adiantado grandes detalhes, o Greg Blatt disse que as funcionalidades vão integrar variáveis do mundo físico e do mundo digital, de forma a "expandir a app a novos domínios sociais".
No sector da IA, o responsável revelou que a funcionalidade vai utilizar dados dos utilizadores para tornar as experiências cada vez mais pessoais.
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