É uma das relações sobre a qual os consumidores mais gostam de ter conhecimento: quanto custa a produção de um dispositivo pela empresa e por quanto é vendido ao consumidor final. Sabe-se por exemplo que o Samsung Galaxy S5 custa 250 a produzir e o iPhone 5s cerca de 200. Mas agora também se sabe que os Google Glass, que são comercializados por 1.500 dólares, têm componentes que juntos valem 79,78 dólares, o equivalente a 57 euros.



Os óculos inteligentes da Google foram desmontados pela equipa teardown.com do Tech Insights. Com base nos componentes encontrados calcula-se que a Google esteja a vender os Glass por um valor 18 vezes mais elevado do que aquele que pode realmente custar.



Mas é aqui que entram os “se” e “mas”. Os custos dos componentes não chegam para ter uma ideia completa do custo total do equipamento: é preciso acrescentar custos de produção, logística, marketing, sabendo de ante mão que já foram investidos milhões de dólares no desenvolvimento do conceito e na investigação de novas tecnologias que o permitiram tornar acessível.



Um dos exemplos dado pelo The Wall Street Journal é o do pequeno ecrã que existe nos óculos. Estima-se que o custo do mesmo seja de três dólares, mas acredita-se que para ter conseguido uma resolução boa num tamanho tão pequeno a Google tenha investido muito dinheiro no desenvolvimento da melhor solução.



Depois também há o reconhecimento generalizado que apesar de todas as vantagens e desvantagens dos Glass, o equipamento da Google é um feito de engenharia e de design.



Um porta-voz da Google já reagiu dizendo que o valor apontado pela Tech Insights está “absolutamente errado”.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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