O Fairphone, uma aventura conjunta de várias entidades para criarem o telemóvel mais ético do mundo, está a entrar na fase final de desenvolvimento. O design exterior do equipamento vai a votos e nas próximas duas semanas já é possível comprar o smartphone.

O aspeto pode parecer semelhante em todos os modelos mas na mensagem que a empresa holandesa enviou a todos os subscritores da iniciativa é referido que existem detalhes que são diferentes, além das cores da parte traseira e do aro lateral do dispositivo.

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Foram ainda reveladas algumas características do dispositivo: suporte para dois cartões SIM, Android Jelly Bean e ecrã de 4,3 polegadas. Mas neste smartphone não são as especificações que importam mas sim a forma como são construídas e montadas - sem o uso de matérias primas de nações em guerra e sem o recurso a mão de obra infantil.

"Os valores sociais primeiro" é o mote que tem guiado a Fairphone, a The Great Recovery, a CFTI e a Geeksphone no desenvolvimento deste equipamento "ético", que terá um custo de 325 euros.

Os subscritores do Fairphone podem comprar já na próxima semana o telemóvel em pré-venda, mas a comercialização do equipamento vai alargar-se para todo o mundo daqui a duas semanas, entre o dia 20 e 26 de maio. A joint-venture de várias entidades avisa no entanto que apenas a partir das cinco mil unidades vendidas é que o telemóvel entra efetivamente em fase de produção.

Desde que a iniciativa ganhou mediatismo parece ter havido pouco interesse por parte dos internautas: os assinantes da iniciativa cresceram em quatro mil utilizadores e no Facebook o número de fãs da página aumentou apenas em 1.600 pessoas.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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