Em agosto, durante o seu mais recente evento Unpacked, a Samsung revelou a sua nova linha de relógios inteligentes Galaxy Watch4, que chegam com novidades no exterior e no interior, como o novo sistema operativo desenvolvido em parceria com a Google.

Mas será que a nova geração de smartwatches mantém o registo de boas notas de reparabilidade das anteriores? Os especialistas da iFixit levaram o Galaxy Watch4, assim como a sua versão Classic, para a mesa de “autópsia” para verificar se a teoria se comprova e que mistérios se escondem no interior dos wearables.

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Ao contrário do Galaxy Watch3, o processo de abertura dos novos relógios não requer a aplicação de calor, nem conta com “armadilhas” com cabos de sensores. Para assegurar que os componentes interiores estão protegidos contra água e pó, cumprindo a certificação IP68, há uma junta de borracha.

As baterias dos dispositivos encontram-se por baixo das motherboards e conseguem ser removidas sem que seja necessário aplicar calor. O Galaxy Watch4 Classic, dispõe de uma bateria de 1.40 Wh, com o modelo standard a contar com uma de 0.95 Wh. Face à geração anterior, as novas baterias apresentam um upgrade modesto.

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Depois de removerem todos os componentes interiores, os técnicos voltaram as suas atenções para o ecrã. Embora a maioria dos relógios que passaram anteriormente pelas mãos dos especialistas fossem mais amigáveis no que toca à reparação do display, o mesmo não se pode dizer do modelo base da mais recente linha.

Por um lado, a remoção do ecrã AMOLED do modelo Classic foi relativamente fácil. Por outro, a da versão standard necessitou de uma abordagem mais agressiva, com calor adicional e alguma força. Porém, a estratégia resultou num display quebrado e um pouco “tostado”.

Em suma, os novos relógios Galaxy Watch4 acabam por manter a pontuação de 7 em 10 na exigente escala de reparabilidade da iFixit. Os especialistas detalham que o processo de reparação é relativamente simples.

iFixit | Samsung Galaxy Watch4 | Pontuação de reparabilidade
créditos: iFixit

Apesar da utilização de parafusos incomuns e de alguns sensores estarem “enterrados” no painel traseiro, o único grande ponto negativo relaciona-se com os problemas na remoção do ecrã do modelo base da linha, que parece ser impossível de retirar sem danificá-lo.

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