A informação avançada pelo De Telegraaf indica que o ataque consistiu em desativar o sistema que permite bloquear de forma remota um iPhone perdido ou roubado, fazendo com que este continue a funcionar, mesmo depois de ter sido dado esse alerta.



Esta funcionalidade de segurança do iPhone permite que, através da Internet, o utilizador dê ordem para bloquear o equipamento perdido ou mesmo para apagar dados aí gravados. Também pode ajudar a localizar o smartphone, se o GPS ativado.



O ataque terá sido realizado por AquaXetine e Merruktechnolog, hackers que operam a partir da Holanda e de Marrocos, respetivamente. Juntos terão trabalhado cinco meses para encontrar uma falha no serviço e conseguir explorá-la.



Garantem que não o fizeram por dinheiro, mas para mostrar que o nível de segurança do smartphone da Apple e dos serviços associados não é assim tão elevado.



O resultado do ataque será interessante sobretudo para quem comercializa equipamentos roubados e que assim tem facilitada a tarefa de fazer "voltar à vida" os equipamentos bloqueados pela fabricante na sequência das indicações dadas pelos legítimos donos. Mesmo sem lucro em vista, o retorno do ataque pode já ser alto.



A imprensa local fala em 30 mil equipamentos desbloqueados nos últimos dias e também refere que é possível encontrar iPhones bloqueados à venda no eBay por preços entre os 50 e os 100 dólares. Explorada a falha agora descoberta os dispositivos podem valer muito mais.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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