O Apple Special Event não podia acontecer sem a apresentação de um novo iPhone, e Tim Cook garante, como habitual, que é o melhor de sempre, apesar do smartphone ter 99% de satisfação dos clientes, a maior da indústria. Mas desta vez a Apple tem não só um modelo "normal", o Apple 11, mas também uma versão Pro, seguindo a tendência da indústria. É o Apple 11 Pro, o modelo que concorre com os pesos pesados e modelos de topo da Samsung e da Huawei.

O iPhone 11 tem seis novas cores, um novo design, ecrã de 6,1 polegadas mas também mudanças nas câmaras fotográficas. O sistema de câmara dupla, com uma grande angular e uma lente ultra wide, de 12 MP, consegue melhor captura em luminosidade reduzida e traz ainda melhorias no software, com o smart HDR, e profundidade estereoscópica que resulta das duas câmaras traseiras. A lente ultra wide tem uma abertura de f/2,4 e campo e visão de 120 graus e a grande angular uma abertura de f/1,8. Há um zoom ótico de 2x e um zoom digital de 5X.

No vídeo as duas câmaras suportam agora mais qualidade, e na câmara frontal tem também vídeo 4K e Slow Motion, que pode gerar efeitos diferenciadores nas selfies. As câmars traseiras captam vídeo de 4K a 24, 30 ou 60 fps, e a gravação de video 1080p HD pode ser a 30 ou 60 fps.

Por dentro dos novos iPhones está o processador A13 bionic. Curiosamente... a Apple está a comparar-se com empresas como a Huawei, Samsung e Google no desempenho do seu processador e do GPU.

E quanto à bateria? A Apple garante que vai ter um melhor desempenho de mais uma hora (!) inteirinha de duração sem precisar de carregamento.

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Faltava o preço, que vai começar nos 699 dólares, abaixo dos valores de início de gama a que a empresa nos habituou. Só que em Portugal o valor sobe para os 828 euros na versão mais limitada, com 64 GB de capacidade, aumentando para 879 para 128 GB e 999 euros para as 256 GB, o que está longe de ser "acessível".

iPhone 11 Pro para concorrer com os topo de gama da indústria

O primeiro iPhone Pro da Apple vem em dois tamanhos, com 5,8 e 6,5 polegadas em modo de Super Retina display, com true tone e 1.200 nits de luminosidade.

O processador é o A13 bionic que também alimenta o iPhone 11, mas o novo smartphone da Apple tem muitas diferenças em relação à versão mais acessível. Uma delas é a bateria, que dura mais 4 horas, e que na versão iPhone 11 Pro Max dura ainda mais duas horas. São mais cinco horas de duração do que o iPhone XS Max. E há um fast-charge de 18W.

O primeiro sistema de tripla câmara da Apple traz novos níveis à fotografia, com um sensor wide, telefoto e uma ultra wide, todos com 12 MP e com 4 X zoom, o que dá mais controle também da imagem captada. A captura em 4K, a 60 fps e uma nova funcionalidade de Deep Fusion, que capta 9 imagens antes que o utilizador sequer carregue no botão, e as optimiza, pixel a pixel, estão entre as novidades.

O iOS13 traz também novas capacidades de edição de vídeo, integradas na aplicação da Apple, mas também há todo um ecossistema de aplicações de edição, como a FiLMiC.

O preço é a peça que falta, com os valores a 999 e 1.099 dólares para o iPhone Pro, como preços de mercado, mas que são também bastante diferentes em Portugal, como é habitual. Na versão Pro são 1.179 euros para os  64 GB, 1.349 para 256 GB e 1.579 euros para 512 GB. E na versão Pro Max os preços começam a 1.279 euros, chegando a uma "pequena fortuna" de 1.679 euros.

Todos os modelos vão estar em pré-venda já esta sexta feira, 13 de setembro, às 13 horas, mas só chegam às lojas a 20 de setembro.

Veja aqui todas as novidades que a Apple apresentou hoje no seu Special Event.

Nota da Redação: A notícia foi atualizada durante a conferência

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