Todos os smartphones da marca usam sistema operativo Android e suportam dois cartões SIM, "para melhor permitir separar a vida pessoal da vida profissional", refere-se em comunicado. David Garcia, responsável pela área de exportações, explicou ao TeK na IFA que esta é uma característica que tem ajudado a marca a ganhar quota de mercado em França, onde começou.

"Portugal possui uma das mais altas taxas de penetração de telemóveis (…), no entanto, no mercado dos smartphones está abaixo da média europeia, principalmente devido ao preço elevado dos equipamentos. É exatamente aqui que reside a aposta da Wiko", refere Manuel Ferreira, country manager para Portugal, numa nota enviada às redações.

O objetivo é colocar os equipamentos nas lojas, livres de operador, à semelhança do que acontece noutros mercados, nomeadamente no alemão, onde a marca se estreia hoje aproveitando a IFA.



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Em princípio toda a gama estará disponível no mercado português, a preços que variam entre os 89 e os 299 euros.

A fabricante, que é a parceira europeia da chinesa Tinno Mobile - na quarta posição atrás da Huawei, ZTE e TCL - garante que "a política de preços agressiva" em nada compromete a qualidade tecnológica dos aparelhos".

A fabricante, presente em 30 países, revelou ainda que, de um total de 1.000 funcionários, 600 trabalham nas áreas de Investigação & Desenvolvimento.

Em 2012 a Wiko, que além de smartphones também comercializa telemóveis básicos, vendeu 25 milhões de terminais em todo o mundo. Este ano pretende que o valor cresça para os 35 milhões de unidades.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Nota da Redação: A notícia foi atualizada com mais informação.

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