O Surface RT está a despertar muito interesse e curiosidade entre os portugueses, mas a Microsoft não partilha números de vendas, seguindo uma política definida centralmente há alguns anos. Rita Santos, gestora do Windows na Microsoft Portugal, adiantou hoje aos jornalistas que o acolhimento tem sido bom e que este fim de semana foi "interessante".

Para já a Microsoft só admite uma escassez das capas teclado em português, originada pela procura elevada e também pelo interesse de utilizadores que compraram tablet no estrangeiro e queriam o teclado em português.

A empresa optou numa primeira fase de vendas por uma "estratégia de distribuição controlada", privilegiando o serviço e a experiência dos utilizadores em duas cadeias de retalho - a Worten e a FNAC, complementadas pela venda na loja online da Microsoft.

Questionada quanto à possibilidade de alargar esta rede de distribuição, para já limitada a 65 lojas, Rita santos admite que isso poderá acontecer num futuro próximo, à semelhança aliás do que aconteceu nos primeiros países onde o tablet da microsoft começou a ser comercializado.

A versão mais profissional do tablet, o Surface Pro, ainda não tem data de chegada a Portugal. O dispositivo começou a ser vendido nos Estados Unidos a 9 de fevereiro e esgotou nos primeiros dias, mas foram levantadas dúvidas quanto às quantidades disponíveis para comercialização.

Rita Santos partilhou também dados relativos à loja de aplicações, a Windows Store, adiantando que já existem quatro vezes mais aplicaçõesm do que na data de lançamento do windows 8 e que a subsidiária portuguesa tem feito um esforço significativo para ajudar as empresas a desenvolverem e portarem as suas apps, sobretudo aquelas que são consideradas mais relevantes.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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