Depois de toda a polémica criada em torno do recente anúncio da Apple, onde a empresa assumiu desacelerar alguns modelos de iPhone de forma a reduzir o consumo de bateria, a tecnológica veio agora a público pedir desculpa pelo procedimento e ofereceu-se para compensar os clientes afetados.

iPhones “desacelerados” levam Apple a tribunal
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A solução, proposta numa carta publicada esta quinta-feira, passa pela oferta de um ano com baterias a preços reduzidos. Neste caso, as substituições de bateria passarão a custar 29 dólares, menos 50 do que o preço atual. O período de promoção vai estender-se entre janeiro e dezembro do próximo ano. Em adição, a empresa compromete-se ainda a lançar novas funcionalidades de gestão da bateria para o iOS.

No documento, a Apple refere-se às baterias como sendo "componentes consumíveis". A postura é uma viragem de 180 graus face àquilo que era pregado na altura do lançamento do primeiro iPhone, em que empresa alegava que nunca mais seria necessário substituir uma bateria.

Noutro comunicado publicado esta semana, a Apple explica que este ajuste remoto, que é feito ao CPU e ao GPU de alguns iPhones, só é conduzido nos casos em que as baterias assim o exigem. O objetivo final, defende a marca, é impedir que o telefone se desligue sem aviso prévio. Se este "corte" não fosse feito, a empresa explica que o telefone poderia ser afetado por reduções súbitas na luminosidade dos ecrãs, reduções no limite máximo do volume de áudio ou pela desativação do flash.

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