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Foi um ano fértil em luas “gigantes”, umas mais do que as outras, e a última de 2016 não desiludiu. Pelo contrário.
É sempre bonita de ver, mas mais quando está mais próxima da Terra, parecendo maior e mais brilhante, num fenómeno conhecido como Super Lua. Foi o caso da lua cheia da noite passada.
É verdade que não esteve tão bem como a sua “homóloga” do mês anterior, classificada como uma lua “uma vez numa geração” - e algo que não deverá ser vista antes de 2034 - mas não desiludiu, como mostram as imagens partilhadas online desde os quatro cantos do mundo, por conhecidos e desconhecidos.
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