O conceito já existia há muito, mas foi a partir do muito antecipado primeiro iPad, lançado em janeiro de 2010, que os tablets ganharam verdadeiro alento.

Steve Jobs avisou que aquele era "um equipamento mágico e revolucionário", que iria criar e definir uma "categoria inteiramente nova", que contribuiria para ligar os utilizadores às suas aplicações e conteúdos "de uma forma mais intimista, intuitiva e divertida do que nunca". E assim parece ser.

O facto de ter sido (oficialmente) o primeiro tablet no mercado contribuiu (possivelmente ou nem por isso) para a quota que mantém hoje, numa altura em que o número de "concorrentes" aumenta a cada novo dia.

Hoje a maior parte dos consumidores está mais do que familiarizada com o conceito do touch screen e com as funcionalidades proporcionadas por tal dispositivo.

Mas foi a pensar nos menos informados ou mais baralhados (na verdade parece que foi só mesmo por piada) que a Lenovo decidiu divulgar as instruções publicadas por um tal de U.S. Bureau of Mobile Computing Devices and Pesticides para a utilização segura de um tablet.

Os quatro conselhos práticos e diretos sobre o que deve e não deve fazer com um tablet são explicados numa infografia que apela ao sentido de humor de quem a consulta - mas que a julgar pela única reação assumida como tal (num comentário), pode não surtir o efeito desejado…

Patrícia Calé

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