A Tokyo Game Show já não tem a força de outros tempos, a Gamescom tem crescido nos últimos anos, mas o título de maior evento de gaming do mundo continua a ser da Electronic Entertainment Expo (E3), nos EUA.

O evento aconteceu há cerca de um mês e lá foram mostrados dezenas de videojogos: alguns novos, de outros conheceram-se mais pormenores, alguns de grandes editoras e exclusivos, outros mais independentes mas igualmente apelativos.

Se a Microsoft “partiu” a casa ao anunciar a retrocompatibilidade de jogos para a Xbox One, a Sony minimizou os estragos com a “sobrevivência” de The Last Guardian, com o curto vídeo de Final Fantasy VI Remake e com a demonstração de Uncharted 4.

Do lado da Nintendo viu-se o mesmo de outros anos: um reforço da lista de jogos de qualidade e exclusivos, como Mario Maker, ainda que este ano a tecnológica japonesa tenha deixado um espaço por preencher ao não ter revelado nada do novo Zelda para a Wii U.

Para discutir o melhor e a pior da E3 há um painel de especialistas composto por elementos da indústria e também por jornalistas da imprensa especializada. Aqueles que atribuem os Game Critic Awards - que é como quem diz, os melhores jogos da feira - já se pronunciaram, revelando a seguinte lista:

Fallout 4, Uncharted 4: A Thief's End e Star Wars Battlefront foram os grandes vendedores ao reunirem consenso em mais do que uma categoria.

Além de ficar a saber quem anda a fazer um bom trabalho na indústria do gaming, pode usar esta lista como uma referência para os jogos que são obrigatórios nos próximos tempos - lembrando-se que alguns apenas estarão disponíveis em 2016.

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