Há 20 anos, numa época em que os computadores pessoais eram compostos por descaracterizadas torres beges, o iMac da Apple de Steve Jobs foi apresentado, com um design e uma identidade distinta, num conceito de desktop “all-in-one”. O computador, composto por um ecrã CRT de 15 polegadas e um disco com 4GB de capacidade, rompia com o seu próprio passado, ao introduzir pela primeira vez num Macintosh portas USB, causando o boom no formato de ligação.

O USB possibilitava aos fabricantes de hardware produzir produtos compatíveis tanto para os PC X86 convencionais, como os modelos da Apple. Periféricos básicos como ratos e teclados poderiam agora ser utilizados por USB sem a necessidade de os utilizadores procurarem versões exclusivamente desenhadas para o Mac, assim como scanners, impressoras e outro hardware.

Na visão de Steve Jobs, começava ali a “era digital”, com o iMac desenhado para ser ligado muito facilmente à internet, tendo a audácia de descartar os leitores de disquetes. E foi com este computador que nascia o popular prefixo “i”, adicionado a todos os produtos da Apple – itunes, iPad, iPhone, iPod, por exemplo, mas alguma perguntou o que significa? O “i” foi exatamente o “acasalamento” entre o Macintosh e a internet, mas também convenientemente, a inicial de “individualidade” e “inovação”.

Por outro lado, o seu design composto por materiais plásticos transparentes e o branco viriam a ditar uma imagem de marca da Apple para os seus produtos até à atualidade.

Na redação do SAPO TEK ainda temos um iMac da "velha guarda", no nosso expositor, como pode testemunhar nas fotografias.

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