Os primeiros modelos da linha de televisores já chegaram às lojas e passaram pela redação do TeK, onde a qualidade da imagem e a facilidade de interação foram testadas, assim como a ligação a dispositivos externos.

Enquanto outros concorrentes apostam as fichas no sistema operativo Android, a marca coreana continua a investir no WebOS, a plataforma adquirida à Palm e depois transformada e "abandonada" pela HP ao open source, e mais tarde adotada pela LG.

Para quem tem um serviço de Pay TV – como o dos operadores MEO, NOS, Vodafone TV ou Cabovisão – o interface do televisor e as novas funcionalidades integradas passam quase despercebidas, mas quem optar por não ligar uma set-top box tem muitas vantagens em descobrir as SmartTVs e as aplicações que oferece. E se o fizer provavelmente vai ligar mais vezes a TV de forma direta.

O recurso ao WebOS, que chegou a ser um dos sistemas operativos mais promissores, traz algum crédito à LG, que na IFA já mostrou a nova linha de equipamentos com esta plataforma, com uma abordagem simplificada à forma como são tratados os canis de TV e as aplicações.

O interface é simples e colorido, sendo fácil de navegar e bastante rápido na resposta ao acesso aos diferentes tabs do Launcher que não se tornam demasiado intrusivos. A utilização do controle remoto de movimento ajuda na seleção das várias funções, sendo bastante semelhante ao comando das consolas Wii.

Um pássaro simpático ajuda na configuração inicial, sendo fácil “localizar” a TV. Depois é uma questão de personalização, com o lançamento dos vários conteúdos e a sua ordenação no menu. O acesso direto à internet é uma das funcionalidades obrigatórias, sobretudo para quem quer conteúdos diferenciadores das emissões de TV habituais.

O aparelho que testámos foi uma boa surpresa na qualidade de imagem mas também nas aplicações pré-instaladas, algumas das quais do SAPO, com um desempenho bastante bom na grande dimensão do ecrã da TV. Nas é possível instalar muito mais, através da loja de aplicações.

Mas além da plataforma WebOS não faltam a este televisor os argumentos relacionados com a TV e a imagem propriamente dita: o teste foi feito num modelo de 42 polegadas com tecnologia IPS, e o 3D oferece uma boa qualidade de visão, com óculos mais leves do que o convencional. Não esquecer a possibilidade de gravar programas, uma função já difícil de dispensar…

Contas feitas, a utilização do WebOS é convincente podendo ser um bom argumento para ligar mais vezes a TV fora do contexto das set top boxes. E é bom saber que a LG quer alargar a utilização da plataforma a uma gama mais vasta das suas Smart TV, dando nova vida ao WebOS.

A nova geração que testámos na IFA é mais rápida a arrancar e de navegação também simples, mas não tinha (ainda) as aplicações mais locais que também ajudam a fazer a diferença. Falta agora esperar que cheguem a Portugal.

O vídeo abaixo, produzido pela LG, mostra algumas das funcionalidades destes televisores mais espertos.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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