A missão da sonda espacial da NASA e da ESA de aproximação a Saturno começou há 11 anos e está programada para terminar em 2017, quando o combustível que alimenta os seus motores se esgotar.

Está assim nos seus voos de despedida e o mais recente incluiu o registo de Dione, a quarta maior lua em redor de Saturno.

Dione pode não ter tanta atividade como outras luas de Saturno, mas a sua superfície gelada é tudo menos aborrecida. Algumas partes são cobertas por elementos lineares, decorrentes dos chamados chasma, ou chasmata no plural, que formam um contraste bonito de ser ver com o redondo das crateras que habitualmente cobrem as luas.

As imagens mostram diferentes perspetivas de Dione e foram registadas pelas duas câmaras que viajam “a bordo” da Cassini no passado dia 17 de agosto.

Depois de Dione, a sonda espacial vai despedir-se de Enceladus, uma outra lua de Saturno, de menor dimensão, mas segundo os investigadores, mais intrigante, com os seus jatos de vapor de água e gelo.

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