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Mais precisamente, foram realizados vários testes que abrangeram diversas vertentes do "sistema de aviação" instalado no módulo da tripulação da Orion.

Os primeiros dados revelam que o computador que gere o veículo, assim como os inovadores sistemas de energia e de gestão da informação - com as suas capacidades de ligação em rede - funcionaram de acordo com o esperado.

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O derradeiro teste decorre com a primeira missão, denominada Exploration Flight Test-1 (EFT-1), prevista para o outono de 2014, ou seja, daqui a precisamente um ano.
O EFT-1 vai enviar a Orion, sem tripulação, num "voo" de quatro horas para cerca de 5.800 quilómetros acima da superfície terrestre - 15 vezes mais longe do que a Estação Espacial Internacional.

No regresso, a nave terá de suportar temperaturas de 2.200 graus celsius e viajar a cerca de 32.190 quilómetros por hora, a mais alta velocidade até agora atingida por uma nave capaz de transportar humanos.

Também conhecida como MPCV - Multi-Purpose Crew Vehicle, a Orion começou a ganhar forma em 2011 e vem na sequência do abandono do projeto Constelation, que pretendia criar uma nova geração de foguetões e naves para levar humanos à Lua e a Marte.

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Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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