O satélite da Agência Espacial Europeia Envisat acaba de completar a 50.000ª volta em redor da Terra, depois de ter somado 2.250 milhões de quilómetros percorridos, em perto de 10 anos.

Durante a volta número 50.000, o Envisat passou do Ártico ao Antártico, registando imagens do norte da Gronelândia e Nova Zelândia, que se somam à extensa galeria de fotografias já recolhidas anteriormente.

[caption]Nova Zelândia[/caption]

Lançado em fevereiro de 2002, o satélite da ESA pesa 8,211 toneladas e além de ser o maior satélite de observação terrestre existente é também considerado o mais complexo, atendendo aos seus 10 instrumentos de medição diferentes, destinados a analisar a superfície da Terra, os oceanos e a atmosfera.

Estes incluem um “Medium Resolution Imaging Spectrometer”, que regista imagens da cor dos oceanos ou da superfície terrestre (como o “retrato” recolhido agora da Nova Zelândia), ou o “Advanced Synthetic Aperture Radar” que pode ser usado de dia ou de noite, porque consegue “ver” através das nuvens e na escuridão.

[caption]Norte da Gronelândia[/caption]

Já a medição dos gases na troposfera e na estratosfera é feita pelo espectrômetro de imagem Sciamachy, que produz mapas de poluição do ar, assinalando dióxido de carbono, metano e dióxido de nitrogénio.

Refira-se que o satélite da ESA faz a órbita do planeta a cada 100 minutos, a uma velocidade superior a sete quilómetros por segundo, e é reconhecido pelos seus “painéis solares”, que lhe conferem uma dimensão de 25 metros de largura e 10 de altura.

Escrito ao abrigo do Acordo Ortográfico

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