A impressão de estruturas em vidro foi testada pelo Mediated Matter Group, que conseguiu imprimir diferentes estruturas. O controlo da temperatura foi um dos principais desafios a vencer para garantir o sucesso do projeto.

O vidro tem de estar à temperatura certa para poder ser moldado.

Depois disso a temperatura – neste caso o ritmo do arrefecimento, que tem de ser lento para garantir que a peça não se parte – volta a ser fundamental.

Para gerir estes aspetos a G3DP, nome dado à impressora, foi criada com duas câmaras de temperatura onde os dois processos são desenvolvidos. O vidro é trabalhado a temperaturas máximas entre os 1.040 e os 1.165 graus celsius.

Num vídeo, os investigadores mostram o processo e as peças que conseguiram produzir por essa via.   

O trabalho vai ser publicado no 3D Printing and Additive Manufaturing, um jornal da especialidade e em 2016 estará em exposição no Cooper Hewitt, Smithsonian Design Museum, em Nova Iorque.

 

 

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