A SpaceX está a preparar os seus primeiros dois portos espaciais flutuantes para receberem tráfego, já a partir do próximo ano. Deimos e Phobos foram os nomes escolhidos para as duas plataformas, que a empresa liderada por Elon Musk comprou a empresas petrolíferas e está agora a adaptar, para a partir dali fazer lançamentos e aterragens da Starship. 

Numa publicação no Twitter, Musk revelou que o trabalho está em marcha e adiantou os planos da empresa, em termos de calendário, para o início da utilização dos novos portos ainda este ano.

   

A Starship é um foguetão reutilizável, que está também ainda a preparar-se para entrar em ação. O primeiro teste de voo do protótipo, que serviu sobretudo para experimentar os meios de lançamento e aterragem, foi já cumprido com sucesso. O próximo passo é um voo de teste em órbita, onde o protótipo do foguetão (Starship) e o módulo de propulsores (Super Eavy) vão voar acoplados pela primeira vez. 

Starship: SpaceX quer avançar com teste de voo orbital de um protótipo completo da nave espacial
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O primeiro voo bem-sucedido do protótipo aconteceu no início de maio, depois de várias tentativas falhadas. A aterragem aconteceu depois da Starship ter voado mais de seis milhas, para realizar diversas manobras de voo.

No pedido submetido às autoridades norte-americanas para novo teste explica-se que a intenção é agora testar o voo em alta-altitude. Detalha-se também que os propulsores vão separar-se do protótipo, cerca de três minutos após o lançamento, para aterrar no Golfo do México. O protótipo continuará a viagem, que deve durar cerca de 90 minutos. No documento estima-se que a SpaceX esteja pronta para realizar este teste no primeiro trimestre de 2022. Elon Musk acha que pode ser antecipado e acolnteer ainda este ano.  

A Starship está a ser desenhada para levar e trazer carga e pessoas de Marte. Nos planos futuristas da SpaceX a nave espacial também já foi equacionada com o transporte ideal para reduzir drasticamente o tempo de viagem, entre cidades em diferentes continentes (na Terra). Neste cenário antecipado pela SpaceX, a Starship voaria precisamente a partir de uma rede global de pequenos portos espaciais, distribuídos por diferentes pontos do mundo.  

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