Os números são da própria Google e foram revelados ontem por Eric Schmidt, presidente executivo da empresa num evento online. Segundo ele, os dados são fornecidos pelos diversos parceiros da Google no mercado móvel e podem corresponder a uma subavaliação do negócio, o que significaria que o ritmo de vendas de equipamentos com aquele sistema operativo será ainda maior.



Recorde-se que a Google é a responsável pelo desenvolvimento da plataforma móvel Android, que comercializa directamente num equipamento lançado em parceria com a HTC e através de parceiros.



Segundo Schmidt, graças a estes parceiros existem hoje no mercado 34 modelos de smartphones equipados com Android, à venda em 49 países.
O Android já é responsável pela segunda loja de aplicações móveis com mais sucesso no mercado, com mais de 50 mil aplicações disponíveis, boa parte delas de forma gratuita.



A líder é a Apple que foi também pioneira no modelo de negócios que faz funcionar à volta do iPhone todo um ecossistema de desenvolvimento de ferramentas que permitem personalizar o telefone, consoante as necessidades de cada utilizador, de forma simples.



A confirmarem-se os números apontados pelo presidente da Google, significa que o Android não compete só com a Apple nas aplicações - embora esta mantenha uma larga vantagem no portefólio de soluções disponíveis na sua App Store - mas também nos equipamentos.



De acordo com os últimos números publicados pela Apple, relativos às vendas do primeiro trimestre, tinham sido vendidos em 3 meses 8,7 milhões de iPhones, número relativamente aproximado ao que resulta da soma da média (5,8 milhões) apontada por Schmidt.


Nota de redacção: Reformulada informação do último parágrafo.

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