A Associação da Indústria Fonográfica Britânica anunciou que vai avançar com os cinco primeiros processos judiciais da história do Reino Unido contra alegados piratas, responsáveis pela disponibilização ilegal de milhares de ficheiros de música em redes de partilha de ficheiros.



O caso vai chegar às mãos do Supremo Tribunal de Justiça depois de ter sido tentado um acordo com os acusados. A organização que representa os interesses da indústria musical vai agora pedir indemnizações que somam os direitos não pagos aos artistas e os danos causados.



Os visados são cinco indivíduos (três homens e duas mulheres) que enfrentam acusações de partilha ilegal de ficheiros em larga escala. Entre si os alegados piratas terão tornado disponível para milhões de utilizadores de redes peer-to-peer 8,906 ficheiros de música sem respeito pelos direitos de autor.



O caso teve a primeira intervenção do tribunal em Março, quando a pedido da associação foi emitida uma ordem aos ISPs no sentido de fornecerem dados sobre os titulares das contas suspeitas. Em Abril os suspeitos foram contactados pela associação que lhes forneceu dados sobre o caso.



No comunicado a organização sublinha que o avanço para tribunal é uma prova do endurecimento da luta da indústria contra este tipo de actividade.



Peter Jamieson, presidente da organização, explica que se é verdade que "muitos fãs de música estão a aderir de forma rápida aos sites legais por lhes reconhecerem variedade, valor e conveniência, não podemos ignorar os que preferem continuar a usar serviços ilegais. Eles estão a penalizar os serviços legais e a provocar sérios danos e a quebrar a lei", refere.



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