O pico máximo foi registado no final do último trimestre, com um significativo crescimento desta ciberameaça, segundo as principais conclusões do Relatório de Malware da Kaspersky Lab relativo ao período entre abril junho de 2017.
A análise sobre o segundo trimestre mostra uma onda massiva destes ataques devido a um número de exploits lançados na web, o que conduziu a uma mudança significativa no universo das ciberameaças. Tudo começou com a publicação do arquivo "Lost In Translation" pelo grupo de hackers Shadow Brokers, que continha um grande número de exploits para diferentes versões do Windows, explica a Kaspersky.
Apesar da maior parte destas vulnerabilidades não serem zero-day e do update mensal de segurança da Microsoft ter detetado a falha, a sua difusão teve consequências desastrosas, considera a empresa de segurança informática. “O número médio de ataques por dia cresce consistentemente, 82% dos ataques identificados foram registados nos últimos trinta dias do trimestre”.
O exploit é um tipo de malware que utiliza bugs no software para infetar os dispositivos com códigos maliciosos como banking trojans, ransomware ou malware de ciberespionagem. Os ataques conduzidos com a ajuda de exploits são dos mais eficazes já que, geralmente, não é necessária qualquer interação por parte do utilizador, os códigos maliciosos são instalados sem que o utilizador suspeite.
A técnica é utilizada tanto por hackers que procuram roubar dinheiro a utilizadores privados ou empresas, como por outros hackers mais sofisticados que procuram informação sensível, nota a Kaspersky Lab.
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