A British Airways afirmou que ia tomar medidas para impedir que uma nova falha informática comprometesse a operação da empresa, como aconteceu durante o último fim-de-semana.
A companhia aérea foi forçada a cancelar todos os voos com partida dos aeroportos londrinos de Heathrow e de Gatwick, afetando as viagens de cerca de 75 mil passageiros. Esta segunda-feira, no entanto, a British Airways já cumpriu com 95% dos voos agendados.
De acordo com Alex Cruz, atual CEO da British Airways, o problema surgiu depois de ter sido registado um pico de energia que perturbou o funcionamento dos sistemas de comunicação e de logística de bagagens e voos. Os back-ups, disse Cruz, também ficaram inacessíveis. "Assim que estiver tudo normalizado, vamos conduzir uma investigação intensiva para apurar todas as causas do incidente e tomar as medidas necessárias para assegurar que não volta a acontecer", afirmou o responsável à Reuters.
A empresa britânica terá agora de pagar cerca de 61 milhões de euros aos passageiros afetados pelos voos cancelados.
O sindicato geral do Reino Unido (GMB) afirma que os sistemas informáticos da empresa não estavam a ser operacionalizados nem monitorizados de acordo com o recomendado, uma vez que a empresa tem vindo a cortar alguns postos de trabalho no país. O CEO desmente a acusação.
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