A Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos da América acusa o site e as suas divulgações de pôr em perigo os cidadãos norte-americanos, ajudar os inimigos do país e dificultar a luta de Washington contra as ameaças terroristas.

Sem confirmar a autenticidade do revelado pelo WikiLeaks, uma porta-voz da CIA, em declarações à AFP, sublinhou que “tais divulgações não só comprometem o pessoal e as operações dos EUA, como dão aos adversários ferramentas e informações para nos prejudicarem”.

Naquela que pretende ser uma nova série de leaks, o site criado por Julian Assange difundiu esta terça-feira que que a agência de inteligência do governo norte-americano desenvolveu tecnologias letais que lhe permitem controlar inúmeros produtos de eletrónica de consumo remotamente para espionagem e cujos microfones podem servir para ouvir os seus utilizadores.

Segundo os documentos, a CIA estaria habilitada a extrair informações de smartphones e outros equipamentos móveis, dispositivos como smart TVs e mesmo vários veículos e aparelhos médicos.

Entretanto foram várias as tecnológicas que reagiram às alegações de que os seus produtos podem ser facilmente hackados pela CIA, como a Apple, a Samsung e a Microsoft

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