Uma equipa de investigadores da Intel, em parceria com a Universidade de Santa Barbara na Califórnia, desenvolveu o primeiro laser de silício híbrido do mundo, que permitirá a transmissão de maiores volumes de informação a preços mais competitivos.



A tecnologia permitirá aumentar a velocidade de processamento dos equipamentos e a velocidade de transmissão de dados entre redes de fibra óptica e sistemas fixos convencionais.



No início a Intel planeia usar a tecnologia para melhorar as comunicações entre componentes dentro de computadores ou entre computadores usados em data centres.



Os cientistas responsáveis pelo desenvolvimento da nova tecnologia garantem porém que esta está ainda longe de se transformar em produto comercial. A fabricante prevê que apenas daqui a cinco anos isso aconteça.



Com a nova tecnologia será possível multiplicar por 100 a velocidade dos equipamentos, tirando partido do laser para envio de informação entre chips, em vez de usar os tradicionais fios que hoje limitam a velocidade de transmissão de dados.



Para já a velocidade destas ligações ronda os 8 a 10 gigabits de informação por segundo para distâncias inferiores a 50 centímetros. Com a nova tecnologia será possível atingir velocidades de 40 ou 40 gigabits para distâncias de 3 metros.



Daqui resulta maior performance das máquinas e mesmo alterações ao nível do design de hardware, uma vez que determinados componentes deixam de precisar de estar juntos para evitar perdas de dados, como os microprocessadores e os chips de memória.



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