O alerta é dado por vários cientistas das universidades de Oxford, Cambridge, Harvard, Manchester e Surrey que referem que há provas recentes de que a tecnologia está a fazer com que as pessoas fiquem mais tempo acordadas durante a noite e, consequentemente, não durmam tanto.

Além disso, a "luz azul" gerada pelos dispositivos eletrónicos também não ajuda. "A luz (ou a sua ausência) é o que nos deixa mais sincronizados com o nosso relógio biológico", explicou Charles Czeisler, professor da universidade de Harvard, em declarações à BBC, acrescentando que as luzes provenientes de smartphones, tablets e computadores são "ideais para desregular o relógio biológico".

O relógio biológico determina enormes mudanças no corpo humano ao longo do dia, influenciando o nível de atenção, o humor e a força física, entre outros aspectos.

O facto de as pessoas estarem mais expostas a mais luz e a dormirem menos aumenta a probabilidade de virem a sofrer de mais doenças crónicas, sublinham os investigadores. Cancro, doenças cardíacas, diabetes, infeções e obesidade são apenas algumas doenças que estão ligadas à falta de sono.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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