Entre as ameaças emergentes, destacam-se aquelas que estão direcionadas a dispositivos móveis e a Internet das Coisas, que está a crescer mas que ainda revelam um número reduzido de eventos, por comparação com a realidade verificada nos sistemas de computação mais tradicionais.



O estudo que estima perdas de 2,1 biliões de dólares (1,86 biliões de euros) relacionadas com falhas de segurança em 2019, também sublinha que a sofisticação dos ataques continua a aumentar, assim como o profissionalismo de quem "trabalha" neste domínio. Os ataques com marca dos ativistas, que em 2014 assumiram um destaque importante estão claramente em queda, para dar espaço às ações realizadas com objetivo claro de lucro económico.



A motivação na base da generalidade dos ataques também ajuda a explicar porque ainda não são relevantes os ataques informáticos a telemóveis ou dispositivos da Internet das Coisas - não são lucrativos. Entre os eventos que mesmo assim se registarem tende a destacar-se o ransomware (esquemas que fazem os dados do utilizador reféns até que seja pago um resgate).



O estudo foi realizado pela Juniper Networks e identificado pela empresa como The Future of Cybercrime & Security: Financial and Corporate Threats and Mitigation. Prevê ainda que em 2020 o custo médio de uma falha de segurança atinja os 150 milhões de dólares. Já em 2015, 60% das falhas de segurança estarão na América do Norte.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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