O primeiro curso teve início há dias e envolve oito militares daquele ramo das forças armadas, que ao longo de cinco meses vão receber 450 horas de aulas teóricas, semelhante àquela que é dada aos pilotos convencionais. À formação teórica vão juntar-se quatro semanas de formação prática, durante as quais serão cumpridas 50 missões.


Esta é área onde a Força Aérea Portuguesa tem vindo a trabalhar já há algum tempo, acumulando mais de 1.000 horas de voo no projeto Pitvant, e reconhecendo que é um domínio em expansão.


O primeiro curso para operadores de drones acontece em Sintra, na Base Aerea nº1. Pretende formar os militares para "tudo o que sabe um piloto para efetuar as suas missões em segurança", assegurou Marco Casquilho, da Direção de Instrução do curso em declarações ao jornal Público, que avança a notícia.


O mesmo responsável, admite que a formação foi pensada para um âmbito generalista, que permita não só ensinar a torar partido do sistema utilizado na Força Aérea, como também outros sistemas, sendo por isso possível que a formação venha a ser aberta a civis. Tudo "dependerá da procura externa", admitiu ao jornal o capitão da Força Aérea.

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