Kasparov, na altura com 32 anos tinha jogou seis partidas contra os mais de 250 processadores do Deep Blue, capazes de processarem centenas de milhões de posições por segundo: ganhou três, empatou duas e perdeu uma.

A única derrota de Kasparov foi logo na primeira partida, mas marcou o momento como o primeiro jogo de xadrez em que um computador venceu um campeão do mundo sob regras normais de tempo, apesar do resultado final não lhe ter sido favorável.

A mesma máquina, mas melhorada, e o mesmo Kasparov voltaram a confrontar-se em maio de 1997 e nessa altura as coisas complicaram-se para o lado dos humanos, com o resultado final do conjunto de seis partidas desta vez a ser favorável ao Deep Blue - duas vitórias, três empates e uma derrota – apesar da polémica que envolveu a segunda partida do encontro.

Kasparov ainda chegou a desafiar o Deep Blue para uma desforra, convite que acabou recusado pela IBM.

As histórias de humanos versus máquinas vão-se sucedendo. Recentemente foi declarada mais uma vitória para o lado da inteligência artificial, desta vez no ancestral jogo de tabuleiro chinês Go, num confronto entre Fan Hui, campeão incontestado deste jogo de estratégia em toda a Europa, com o AlphaGo.

Esta quarta-feira circula a notícia de que uma máquina estabeleceu um novo record de resolução do cubo mágico, aliás duas: uma completou as faces do cubo em 0,9 segundos, mas uma outra terá feito o mesmo mas em 0,887 segundos, dois dias antes.

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