Os primeiros três meses do ano revelam um abrandamento no surgimento de novo malware. Pelas contas da McAfee, entre Janeiro e Março de 2010 foram identificadas menos 500 mil peças de malware face ao mesmo período do ano passado, isto embora tenham sido registadas no período 3,75 milhões de novas ameaças.


O decréscimo é visto com cautela pela empresa de segurança que não espera chegar ao final do ano com um volume de malware inferior ao do ano passado. O decréscimo que o primeiro trimestre revelou e que pode continuar nos períodos de análise seguintes deverá ser apenas suficiente para manter os níveis de malware aos níveis do registado no ano passado, defende a McAfee.


Tendo em conta as ameaças detectadas nos três primeiros meses do ano, a empresa de segurança alerta as organizações para manterem cuidados redobrados com os esquemas de falsos antivírus e os auto-executáveis que tiram partido da crescente utilização de dispositivos amovíveis, como os que podem ligar-se às portas USB dos equipamentos. Este tipo de ameaças liderou o top 5 das ameaças mais populares nos primeiros três meses do ano.


No passado recente a subida dos níveis de malware esteve associada à banalização dos toolkits e a empresa de segurança defende que a redução pode agora ser explicada com a falta de inovação nesses pacotes de ferramentas vendidos online que permitem, mesmo a quem não tem grandes conhecimentos técnicos, montar ameaças à segurança dos utilizadores.


Um estudo recentemente divulgado pela Symantec apontava uma descida no nível de spam, mas registava um aumento no nível de phishing. Estes dados eram referentes ao mês de Abril.

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