Os portáteis e-escolinha deverão falhar o 2.º período de aulas. A previsão é avançada por uma jurista contactada pelo DN, que garante que o concurso público internacional para encontrar o substituto do “Magalhães” levará no mínimo quatro meses.
A demora do Governo em pôr em prática o concurso público para a aquisição dos computadores, associada aos prazos exigidos por este tipo de procedimentos, tornará improvável a entrega no 2.º período de aulas, salienta a jurista.
E mesmo considerando, de acordo com a mesma fonte, que eventuais recursos das partes preteridas no concurso "à partida não farão parar o processo", terá sempre de ser considerada a logística necessária para distribuir centenas de milhares de portáteis.
O Governo chegou a apontar para 15 deste mês o lançamento do concurso, tendo na altura sido referida ao DN, pelo Ministério da Educação, a existência de uma verba de 75 milhões de euros para a aquisição de 250 mil portáteis.
A iniciativa acabou por só ser aprovada , em Conselho de Ministros, há duas semanas, tendo a verba disponível descido para os 50 milhões de euros.
O Ministério da Educação tem agora poucos dias disponíveis para lançar o concurso dentro dos prazos avançados no mês passado , que apontavam a data de 31 de Dezembro como limite.
Contactado pelo TeK, o Gabinete do Ministério da Educação continua a garantir que o concurso está "em fase de ultimação" mas não adiante se poderá cumprir ainda os prazos do final do ano.
Nota da Redacção: A notícia foi actualizada com informação recolhida junto do Ministério da Educação.
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