Corria o ano de 2008, um ano depois de o iPhone ter espantado o mundo com um renovado conceito de telemóvel. A NSA decidiu desenvolver um malware que pudesse ser instalado nos smartpones da Apple por forma a ganhar controlo sobre parte da informação que passava pelos dispositivos.

Mensagens escritas, registos de chamadas, posição por GPS e baseada na triangulação de antenas telefónicas, e lista de contactos são alguns dos "privilégios" que o DROPOUTJEEP conseguia ter no iPhone.

O software tinha a capacidade de se manter escondido de outros programas e segundo avança a imprensa internacional, tanto podia ser instalado remotamente como injetado na "primeira pessoa". Recorde-se que ontem, 30 de dezembro, surgiram relatos de que a NSA intercetava a expedição de computadores para instalar malware e hardware viciado nos equipamentos.

Um documento revelado explica que o método preferencial e inicial foi o da instalação através de métodos de acesso "por perto".

Escreve o Slashgear que o DROPOUTJEEP tinha ainda a capacidade de ativar remotamente a câmara e o microfone dos iPhone. O Engadget avança por seu lado que o malware foi instalado com uma taxa de sucesso de 100% nos dispositivos definidos como alvos.

A Apple ainda não se pronunciou sobre as últimas revelações feitas com base nos documentos desviados por Edward Snowden.

Os leitores do TeK consideraram o escândalo de espionagem da NSA como o tema tecnológico de 2013.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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