Quando o ex-consultor informático Edward Snowden começou a revelar ao mundo os vários programas de espionagem da Agência Nacional de Segurança norte-americana (NSA), metade das pessoas ficou em choque, a outra metade viu as suas teorias comprovadas. O caso obrigou mesmo o presidente dos EUA, Barack Obama, a operar alterações na forma como a agência atuaria.



Ficou decidido que a recolha de dados de chamadas telefónicas estaria sujeita a aprovação do tribunal, que só podiam ser espiadas pessoas ligadas ao suspeito até segundo grau e que os dados recolhidos ficariam armazenados fora do governo norte-americano.



Mas de acordo com o Engadget, que cita o gabinete do diretor das forças de inteligência dos EUA, foi aprovada uma autorização para que o programa de espionagem se mantenha no “formato original” por mais 90 dias, isto porque há legislação que ainda não foi aprovada para as novas medidas.



De acordo com o comunicado, o programa de recolha de dados telefónicos é de grande importância para a segurança norte-americana, pelo que o mesmo deve continuar a funcionar independentemente das alterações previstas.



A renovação do programa de espionagem já foi aprovado pelo Tribunal de Vigilância e Inteligência Estrangeira (FISC), pelo que a NSA pode continuar as operações de espionagem “à antiga” até 11 de setembro.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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