Para além dos contactos directos com Governos e entidades educativas, a JP Sá Couto está a apostar na criação de uma rede de parceiros locais em vários países que possam assumir competências não só na distribuição de hardware, mas também na componente educativa, adiantou ao TeK Luís Pinto, gestor da iniciativa Magalhães na JP Sá Couto.

À margem do Congresso da APDC, este responsável explicou que a rede já tem presença em vinte países e que a iniciativa é paralela à ACE da educação e-xample, na qual a empresa de Matosinhos também participa.

A rede ainda está a ser montada, mas já chega a 20 países, principalmente na América Latina e Europa de Leste, e começa já a dar frutos, embora não ainda em projectos de volume semelhantes aos que têm sido conseguidos por contactos directos com Governos, como acontece com a Venezuela, que ainda recentemente assegurou a compra de mais 1,5 milhões de Magalhães.

A prazo Luís Pinto acredita porém que esta rede pode trazer também resultados significativos na distribuição dos portáteis Magalhães, já que alguns dos parceiros têm posição dominante nos mercados onde actuam e competências ligadas à área da educação, mas este é um projecto que ainda está em desenvolvimento.

No final do ano passado, a JP Sá Couto tinha exportado 370 mil unidades da versão um e dois do computador - quase tantas como as que tinham sido adquiridas para as escolas nacionais durante 2008. Do número total, 350 mil "rumaram" à Venezuela e 20 mil para a Rússia, Namíbia, Angola, Brasil, Espanha e Moçambique.

Ao todo, no estrangeiro a empresa facturou, em 2009, 70 milhões de euros.

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