A Oracle tem vindo a ampliar as capacidades autónomas de toda a sua plataforma cloud e acaba de anunciar de três novas opções pay as a service: Analytics Cloud, Integration Cloud e Visual Builder Cloud. Com recurso à Inteligência Artificial (IA) e a algoritmos de machine learning, estes novos serviços PaaS da gigante tecnológica propõe-se  automatizar tarefas recorrentes, permitindo às organizações reduzirem custos e riscos, acelerar a inovação e tomar melhores  decisões de negócio.

A empresa quer tornar a sua tecnologia cada vez mais autónoma, “mais ‘autosegura’, que se ‘autorregule’, se ‘automantenha’ e consiga, de facto, fazer ‘autotuning’ para aquilo que são as necessidades dos clientes” e desde o início do ano que começou a lançar uma série de serviços na cloud, referiu Hugo Abreu, country leader da Oracle Portugal. “E vai continuar a lançar”, acrescentou o responsável.

Os serviços agora apresentados ao mercado português vêm no seguimento do lançamento daquela que foi anunciada pela empresa como a primeira base de dados autónoma para a cloud. “À volta dessa base de dados autónoma estamos a lançar uma série de serviços como estes”.

Sobre o recurso à inteligência artificial e ao machine learning, Hugo Abreu comenta que são tecnologias cada vez mais incorporadas em diferentes soluções, “são uma tendência que vieram para ficar, quer queiramos quer não”. E, “no final do dia” serão muitas as empresas beneficiadas, “conseguindo respostas mais rápidas e mais adequadas ao seu negócio”. Vão permitir “que se faça negócio de maneira diferente e que nasçam novos modelos de negócios”.

Os novos serviços autónomos vêm libertar mão de obra na equipa de TI, que podem aplicar as suas capacidades noutras tarefas mais essenciais para o negócio, acrescentou João Borrego, da área de consultoria de vendas da Oracle Portugal, . “As equipas de TI não estão a crescer, mas as necessidades de TI numa empresa estão”, sublinhou.

“Aquelas ações que são repetitivas, mas que demoram tempo e consomem recursos passam a ser feitas pelas soluções da Oracle, de forma autónoma”

Os serviços são pay as you go, ou seja, na prática a sua utilização pode ser contratada “à hora, ao mês, ao ano”. Quanto ao custo, Hugo Abreu prefere destacar que o preço tem de ser sempre visto na perspetiva daquilo que se retira de retorno. “Quando falamos destas tecnologias estamos a falar de empresas que querem obter um melhor nível de serviço, tempos de resposta mais rápidos, mais eficiência dos processos de negócio e, daí, reduzir custos. Estamos a falar de empresas que têm dimensão e complexidade no seu processo de negócio, grosso modo”, referiu.

De qualquer forma, sendo um serviço pago consoante o consumo, permite às empresas mais pequenas e com menor capacidade de investimento aderirem, sublinhou João Borrego. Neste momento já há alguns pilotos a decorrerem em empresas em Portugal, a convite da Oracle e sem custos para as mesmas. As expectativas de venda não são reveladas, mas Hugo Abreu deixa uma garantia: a de que todos os clientes da Oracle vão ouvir falar dos novos serviços e dos seus benefícios.

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