Mais de 13 mil sites foram suspensos ou retirados na sequência de uma operação internacional de combate à venda de medicamentos falsificados e ilegais através da Internet. Em Portugal foram apreendidas 54 encomendas com medicamentos contrafeitos.

A operação, coordenada pela Interpol e pela Organização Mundial das Alfândegas, “centrou-se nos três elementos essenciais de um website ilegal de venda de medicamentos: o Internet Service Provider (ISP), o sistema de pagamento e a forma de entrega”, explica o Infarmed, que participou na ação a nível nacional.

As equipas compostas por membros da Autoridade Nacional do Medicamento e da Direção Geral das Alfândegas e dos Impostos Especiais sobre o Consumo (DGAIEC) inspecionaram 4.217 encomendas, nos aeroportos de Lisboa e Porto, impedindo a entrada em Portugal de 2.866 unidades de medicamentos contrafeitos.

A nível internacional foram inspecionadas mais de 45 mil encomendas, tendo cerca de 8 mil ficado apreendidas por conterem medicamentos ilegais ou contrafeitos. De acordo com os dados veiculados numa nota aos meios, no total foram recolhidos mais de 2 milhões de medicamentos. Cinquenta e 55 pessoas foram presas ou colocadas sob investigação.

Os números divulgados fazem parte dos resultados preliminares da ação “dedicada ao combate de medicamentos contrafeitos e ilegais e no alerta para os perigos associados à compra destes medicamentos através da internet”, que teve lugar entre 20 e 27 de Setembro, esclarece a mesma fonte.

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