Os dados analisam os indicadores relativos ao primeiro trimestre do ano, período durante o qual foram detetados 15 milhões de novos exemplares de malware. Os trojans continuam a dominar, representando 71,85% das amostras recolhidas e 79,9% dos ataques registados no período em análise.



O segundo tipo de malware mais identificado pela empresa de segurança foram os worms, que representam 12,25% das amostras identificadas, ao que se seguem os vírus tradicionais e o spyware, com 10,45% e 5,26% respetivamente.



O estudo sublinha que a variedade de sistemas operativos e plataformas contribuem para multiplicar as oportunidades à disposição dos atacantes. Acontece o mesmo com o crescimento do número de pessoas com acesso a equipamentos informáticos e a serviços online.



Os números referentes ao malware impressionam pela grandeza, tal como os estragos que podem produzir. Uma pesquisa da IDC divulgada em março revelava que este ano as empresas em todo o mundo irão gastar 491 mil milhões de dólares só para lidar com o malware associado á utilização de software pirata.



Além dos danos financeiros, o malware representa gastos em tempo para resolver os problemas. A mesma pesquisa indica que serão gastas este ano nas empresas 1,2 mil milhões de horas a tentar resolver este tipo de problemas.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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